**Afinador de cavaquinho online | Cantivy**

> Use o afinador de cavaquinho online pelo microfone do celular ou computador. Confira a afinação DGBD, corrija ruído, cordas velhas e falhas de captação.

Fonte: https://cantivy.com/ferramentas/afinador/cavaquinho/ · idioma: pt-BR

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[Ferramentas](https://cantivy.com/ferramentas/) / [Afinador](https://cantivy.com/ferramentas/afinador/) / cavaquinho

# Afinador de cavaquinho *online grátis*

Quatro cordas. O coração harmônico do samba e do pagode, onde o instrumento marca o contratempo. Afine pelo microfone, sem instalar nada — a página faz a leitura no seu próprio aparelho.

Corda:

Ré4 4 Sol4 3 Si4 2 Ré5 1

—

aguardando microfone

Frequência — Hz

Desvio — cents

Nota alvo —

Iniciar

Não foi possível acessar o microfone. Verifique a permissão do navegador.

## Afinações para cavaquinho

São 2 afinações em uso. Escolha a que o repertório pede — trocar de afinação muda o que fica fácil e o que fica impossível na mão.

### Padrão brasileiro (DGBD)

A afinação usada em roda de samba no Brasil.

*Frequências das cordas: cavaquinho, afinação Padrão brasileiro (DGBD)*

| Corda | Nota | Científica | Frequência |
| --- | --- | --- | --- |
| 4ª | Ré4 | D4 | 293.66 Hz |
| 3ª | Sol4 | G4 | 392.00 Hz |
| 2ª | Si4 | B4 | 493.88 Hz |
| 1ª | Ré5 | D5 | 587.33 Hz |

### Portuguesa (DABE)

Herança do cavaquinho português, ainda usada em choro tradicional.

*Frequências das cordas: cavaquinho, afinação Portuguesa (DABE)*

| Corda | Nota | Científica | Frequência |
| --- | --- | --- | --- |
| 4ª | Ré4 | D4 | 293.66 Hz |
| 3ª | Lá4 | A4 | 440.00 Hz |
| 2ª | Si4 | B4 | 493.88 Hz |
| 1ª | Mi5 | E5 | 659.26 Hz |

*Cada corda (cavaquinho, afinação Padrão brasileiro (DGBD)) sobre um eixo logarítmico. As linhas tracejadas marcam oitavas: onde duas cordas caem entre as mesmas linhas, elas estão a menos de uma oitava de distância. Temperamento igual, Lá4 = 440 Hz. Figura do Cantivy — livre para reutilizar com link para esta página.*

*O braço (cavaquinho, afinação Padrão brasileiro (DGBD)) até a casa 12. As notas naturais estão em destaque — é esse padrão que se decora, não cada casa separadamente. Posições calculadas a partir da afinação, não de uma tabela fixa. Figura do Cantivy — livre para reutilizar com link para esta página.*

1. 01 Como afinar o cavaquinho pelo microfone em 2 minutos
2. 02 Por que o cavaquinho desafina, e o que dá para evitar
3. 03 As afinações do cavaquinho e quando trocar de uma para outra
4. 04 Cordas, tensão e a diferença que o jogo novo faz
5. 05 Quando o afinador não estabiliza: ruído, captação e corda velha
6. 06 Como manter a afinação entre um ensaio e outro
7. 07 Resumo

O cavaquinho trabalha com quatro cordas, ataque curto e bastante presença nos contratempos de samba, pagode e choro. Em uma levada de partido-alto ou em um acompanhamento de pagode, uma corda apenas 1 semitom acima já altera várias formas de acorde. O resultado aparece na mão esquerda, no brilho do instrumento e na mistura com violão, pandeiro e voz.

O **afinador de cavaquinho online** do Cantivy usa o microfone do celular ou do computador para identificar a nota tocada. A referência mais comum no cavaquinho brasileiro é DGBD, da corda mais grave para a mais aguda: Ré4, Sol4, Si4 e Ré5. Deixe a página aberta, autorize o microfone e afine uma corda por vez, com as outras três em silêncio.

O visor ajuda a localizar a nota, mas depende do microfone disponível, da distância até o aparelho e do ruído da sala. Por isso, toque uma nota limpa, espere o ataque diminuir e confirme a leitura duas vezes. Este guia mostra um procedimento de 2 minutos, explica por que a nota oscila e indica o que fazer quando uma corda continua caindo, mesmo depois de vários ajustes.

## 01Como afinar o cavaquinho pelo microfone em 2 minutos

Comece em um local com o menor ruído possível. Desligue a televisão, pause vídeos, afaste o cavaquinho de ventiladores e peça 30 segundos de silêncio às pessoas próximas. Abra o afinador no navegador e permita o acesso ao microfone. O recurso depende da página aberta e da captação do aparelho; mantenha a tela ativa durante o ajuste.

Segure o cavaquinho de forma que a mão esquerda alcance as tarraxas sem apertar o braço. Toque uma corda solta com a mão direita. Use um ataque moderado, parecido com o que você usaria em uma levada de samba a **60 BPM**. Não bata com força. O primeiro instante do ataque pode puxar a corda para uma leitura mais aguda do que a nota sustentada.

Na afinação padrão brasileira, confira as cordas nesta ordem, da mais grave para a mais aguda: Ré4, Sol4, Si4 e Ré5. Você pode começar por qualquer uma, mas repita as quatro ao final. A alteração de tensão em uma corda pode mexer levemente nas outras, sobretudo em um jogo recém-instalado ou em um instrumento que acabou de sair do carro.

Ajuste a tarraxa em movimentos pequenos, de aproximadamente **1/8** de volta. Aproxime a nota pelo lado de baixo sempre que puder. Se você passar do ponto, afrouxe a corda um pouco, toque novamente e suba devagar até a referência. Depois de cada ajuste, solte a mão esquerda, toque a corda outra vez e veja se a leitura retorna à mesma região.

Quando as quatro cordas estiverem próximas, faça uma segunda rodada. Toque Ré4, Sol4, Si4 e Ré5 sem trocar a posição do instrumento. Em seguida, forme um acorde aberto simples e escute se as notas deixam de produzir uma pulsação forte entre si. Faça uma levada curta de samba entre 60 e **72 BPM**. Um acorde pode parecer aceitável parado e denunciar uma corda fora do ponto quando você alterna abafamentos e ataques no contratempo. Para marcar esse pulso, use o [metrônomo online](https://cantivy.com/ferramentas/metronomo/).

O microfone do celular e o do computador não respondem da mesma forma. O visor é uma referência prática, não uma medição de laboratório. Se a leitura oscilar, aproxime o cavaquinho do microfone até uma distância de 10 a 30 centímetros, sem encostar o instrumento no aparelho. Toque as cordas separadamente. Para um instrumento de seis cordas, use o [afinador de violão](https://cantivy.com/ferramentas/afinador/), mas mantenha DGBD como referência do cavaquinho.

Execute hoje este teste: afine as quatro cordas, espere 30 segundos, repita a sequência e anote qual corda mudou. Se apenas uma voltou a sair do ponto, você já tem uma pista para investigar a corda, a tarraxa ou os pontos de contato.

## 02Por que o cavaquinho desafina, e o que dá para evitar

As cordas permanecem sob tensão o tempo todo. A tarraxa também apresenta uma pequena folga mecânica, e a madeira reage a mudanças de temperatura e umidade. Ao sair de uma sala com ar-condicionado a 22 °C para um palco mais quente, por exemplo, o instrumento pode pedir uma nova conferência nos primeiros 5 a 10 minutos. Essa reação não prova, sozinha, que existe defeito.

A forma de tocar interfere na leitura e na estabilidade. Um ataque forte puxa a corda para cima no instante da nota. Se você afina batendo com a mesma força usada em uma roda de samba, o visor pode indicar uma altura maior do que a nota sustentada. Toque com pressão moderada, espere cerca de 1 segundo e ajuste a partir da parte estável da vibração.

A mão esquerda também pode empurrar a corda para fora do ponto. Isso ocorre quando você aperta o traste com força excessiva ou coloca o dedo longe demais da barra. Em um acorde aberto, toque cada corda isoladamente e confira se nenhum dedo encosta na corda vizinha. Um contato acidental altera o diagnóstico e pode levar você a mexer na tarraxa errada.

O transporte cria outro conjunto de problemas. Um porta-malas fechado, uma capa deixada ao sol por 20 minutos ou uma janela com incidência direta de luz aquecem o instrumento rapidamente. Guarde o cavaquinho em uma capa que não force as tarraxas. Ao chegar ao ensaio, espere de 5 a 15 minutos antes de fazer a afinação final. Esse intervalo permite uma adaptação inicial ao ambiente.

A pestana, o rastilho e os pontos por onde a corda passa também merecem atenção. Quando a corda prende em um desses locais, você gira a tarraxa, mas a tensão não se distribui por inteiro. Ao tocar ou fazer uma pestana, a corda salta para outra posição. Se a mesma corda sobe ou desce de forma brusca em duas ou três tentativas seguidas, pare de compensar no afinador e leve o instrumento a um luthier.

Faça uma verificação simples hoje. Afine a corda Si, toque-a solta, pressione a terceira casa e solte o dedo. Se a nota não retornar de maneira consistente ou se houver um estalo na região da pestana, registre o comportamento. Não use força para “destravar” a corda. O reparo exige avaliação do ponto de contato.

## 03As afinações do cavaquinho e quando trocar de uma para outra

A afinação mais usada no cavaquinho brasileiro é DGBD: Ré4, Sol4, Si4 e Ré5, da corda mais grave para a mais aguda. Ela aparece em grande parte do samba, do pagode, do choro e de acompanhamentos populares. As cordas soltas ajudam o instrumento a ocupar uma faixa brilhante entre a voz e o violão. Em uma levada de pagode, essa disposição favorece respostas curtas entre os acordes e os ataques no contratempo.

Também existem outras configurações usadas em métodos, rodas e arranjos específicos. A nomenclatura varia entre escolas, regiões e músicos. Por isso, não basta ouvir “afinação em Ré” ou “ré-ré” e girar as quatro tarraxas. Confirme as notas de cada corda na apostila, na gravação de referência ou com quem conduz o ensaio. Uma mudança incompleta pode deixar o instrumento em uma combinação que não corresponde ao arranjo.

Trocar a afinação muda a sensação da mão. Algumas posições ficam mais abertas, outras deixam de produzir as notas esperadas. As cordas soltas passam a sugerir acordes diferentes, e uma mesma forma pode gerar outro resultado. Se você participa de uma roda de pagode, pergunte qual referência o grupo usa antes de mexer nas tarraxas. O cavaquinho precisa conversar com o arranjo inteiro, não apenas facilitar um acorde isolado.

Para estudar, escolha uma afinação principal e mantenha uma tabela na capa do instrumento. Escreva, por exemplo: “padrão: Ré4, Sol4, Si4, Ré5”. Ao experimentar outra configuração, anote a data, a sequência de notas e o repertório em que ela será usada. O [gerador de acordes](https://cantivy.com/ferramentas/acordes/) ajuda a conferir uma forma depois da troca, desde que você selecione a afinação compatível.

Use o repertório para decidir. Em um acompanhamento de samba, DGBD costuma oferecer respostas rápidas entre acordes e levadas sincopadas. Em uma música de MPB com voicings abertos, outra configuração pode criar uma cor diferente. Em um louvor gospel ou em uma introdução de sertanejo, a escolha deve respeitar a tonalidade, a extensão e o desenho usado pelo restante da banda. Para planejar a sequência e testar a tonalidade, consulte as [progressões de acordes](https://cantivy.com/progressoes/) do Cantivy.

Execute hoje um teste de 10 minutos. Toque a mesma sequência de quatro acordes em DGBD, grave 20 segundos e anote quais cordas soltas aparecem. Depois, compare com o arranjo que você pretende tocar. Se a nova afinação não reduzir movimentos nem melhorar a sonoridade do trecho, volte ao padrão e não carregue uma mudança sem função prática.

## 04Cordas, tensão e a diferença que o jogo novo faz

Um jogo novo raramente fica estável no primeiro minuto. As cordas se acomodam nas tarraxas, na pestana e no rastilho. Depois de instalar o conjunto, afine as quatro, toque por 3 a 5 minutos e confira novamente. Repita esse ciclo de duas a quatro vezes, até a queda diminuir. Puxar a corda com violência para acelerar o processo pode danificar o acabamento, deslocar a corda ou criar uma tensão irregular.

A tensão do jogo muda a resposta do instrumento. Cordas mais leves costumam facilitar bends e ataques curtos, mas podem parecer soltas quando você toca forte. Um jogo mais tenso oferece uma sensação firme e pode responder melhor a uma levada agressiva, porém exige mais da mão esquerda. A escolha depende da escala do cavaquinho, da regulagem, do encordoamento indicado pelo fabricante e da força usada por você.

Quando uma corda velha perde elasticidade, ela pode produzir uma nota próxima da correta sem manter estabilidade nem brilho. O afinador mostra uma leitura que passeia, enquanto o ouvido percebe um som opaco ou uma pulsação irregular. Ferrugem, marcas profundas nos trastes, enrolamento deformado e perda de brilho são sinais concretos de desgaste. Uma corda que permanece instável depois de 5 ajustes pequenos merece troca ou inspeção.

Evite misturar cordas de jogos diferentes sem saber a espessura e a tensão de cada uma. Cada medida exerce uma força diferente sobre o braço e o cavalete. Trocar apenas uma corda resolve uma emergência, mas pode deixar o conjunto com brilho e resposta desiguais. Se a corda Si nova soar muito mais viva do que as outras três, o problema talvez seja a diferença de idade, não a posição indicada no visor.

Após a troca, confira a altura das cordas e a entonação. Uma corda solta pode estar afinada, enquanto a mesma nota presa em uma casa fica alta ou baixa. Continue girando a tarraxa apenas se o problema aparecer também na corda solta. Se a diferença depender da casa ou do traste, a causa está na regulagem, na altura ou no comprimento útil da corda.

Para organizar a manutenção, anote a data da troca e o repertório tocado. Se você ensaia quatro vezes por semana e toca cerca de 2 horas por sessão, compare o brilho e a estabilidade a cada 20 a 30 horas de uso. Esse registro não substitui a avaliação do instrumento, mas evita esperar a corda arrebentar no meio de uma apresentação. Para desenvolver a escuta, consulte o guia de [como afinar de ouvido](https://cantivy.com/aprender/como-afinar-violao/); os princípios também ajudam no cavaquinho.

## 05Quando o afinador não estabiliza: ruído, captação e corda velha

Quando o afinador não estabiliza, elimine uma causa por vez. Primeiro, desligue televisão, ventilador e caixa de som. Pause vídeos e afaste o aparelho de fontes de vibração. Se outras pessoas estiverem tocando, vá para uma distância de 1 a 2 metros ou peça 20 segundos de silêncio. O objetivo é fazer a nota do cavaquinho ficar mais forte do que o som ao redor.

Toque uma corda por vez e deixe as outras três paradas. Abafe as cordas vizinhas com a mão direita ou com um pedaço de tecido leve. Não pressione a corda que está sendo medida. Toques repetidos e muito próximos enviam várias frequências ao navegador. Uma nota isolada, com duração de 1 a 2 segundos, costuma fornecer uma leitura mais útil do que uma sequência rápida.

Confira a posição do aparelho. Em alguns celulares, o microfone fica na parte inferior; em notebooks, pode estar na borda superior, perto da câmera, ou na lateral. Faça um teste falando a uma distância de 20 centímetros para descobrir a região de captação. Não cubra essa área com a mão. Se o navegador pedir autorização novamente, aceite enquanto a página estiver aberta.

Uma corda velha ou danificada produz harmônicos irregulares. O visor pode alternar entre a nota principal e componentes mais agudos, principalmente na corda mais fina. Toque perto do meio da corda, reduza a força do ataque e espere o som assentar. Se apenas uma corda continuar instável depois de três tentativas, compare o comportamento com um jogo novo antes de culpar o celular.

Teste outro aparelho ou outro navegador para separar captação e instrumento. Se o celular reconhece voz, mas não reconhece o cavaquinho, mude a distância para 10, 20 e 30 centímetros e repita o teste. Se dois dispositivos falharem na mesma corda, investigue folga na tarraxa, atrito na pestana ou problema no rastilho. Se apenas um dispositivo falhar, confira a permissão do navegador e a área do microfone.

Faça uma sequência de diagnóstico hoje: 1) silêncio por 30 segundos; 2) corda Ré4 isolada; 3) teste a 20 centímetros; 4) repetição em outro aparelho; 5) comparação com as outras três cordas. Anote o resultado de cada etapa. As [ferramentas do Cantivy](https://cantivy.com/ferramentas/) ajudam no estudo, mas não substituem uma avaliação física quando existe falha mecânica.

## 06Como manter a afinação entre um ensaio e outro

Depois de afinar, toque por 3 a 5 minutos antes de guardar. O calor das mãos e a vibração assentam o conjunto, principalmente quando as cordas são novas. Faça uma segunda conferência na ordem Ré4, Sol4, Si4 e Ré5. Se uma corda cair sempre, anote a corda, o horário e o desvio aproximado indicado pelo visor. Esse registro ajuda a separar problema do jogo, da tarraxa ou do transporte.

Guarde o cavaquinho em uma capa adequada e não apoie peso sobre o braço. Evite aquecedor, janela ensolarada e porta-malas fechado. Em deslocamentos longos, mantenha o instrumento protegido contra impactos e mudanças bruscas. Não afrouxe todas as cordas sem uma orientação específica de luthier. Essa prática pode alterar o ajuste e não impede a ação da temperatura.

Antes de cada ensaio, reserve 2 minutos para uma checagem silenciosa. Toque as quatro cordas soltas, confirme um acorde aberto e faça uma levada curta. Se o repertório incluir sertanejo, forró, gospel ou MPB, a mesma rotina evita que você descubra uma corda fora do ponto durante a introdução. Em uma roda de [samba](https://cantivy.com/generos/samba/), o cuidado pesa ainda mais porque o cavaquinho costuma marcar o contratempo e qualquer batimento aparece com clareza.

Durante a música, escute mais do que o visor. Um acorde que “bate” pode revelar duas cordas próximas, mas não perfeitamente alinhadas. Pare entre uma passagem e outra, toque as cordas soltas e corrija em movimentos pequenos. Se você usa captação elétrica, compare o som acústico com o sinal amplificado. Cabo, pré-amplificador e entrada podem alterar o timbre, mas não devem ser confundidos com a afinação acústica.

Use sempre a mesma referência no repertório principal. Marque na capa o encordoamento instalado, a afinação escolhida e a data da última troca. Faça manutenção antes de uma apresentação, não na hora de entrar no palco. Se você alterna entre cavaquinho e violão, não confie apenas na memória das posições. O afinador de cavaquinho online resolve a conferência imediata; a rotina de escuta e cuidado sustenta o resultado quando o ensaio começa.

Para aplicar a rotina hoje, programe três alarmes no celular: um antes do ensaio, outro 5 minutos depois de começar e o terceiro antes de guardar o instrumento. Em cada alarme, confira as quatro cordas e registre apenas a que mudou. Em uma semana, você terá dados suficientes para perceber se a queda acontece depois do transporte, do aquecimento ou de uma levada mais forte.

## 07Resumo

- Use DGBD como referência do cavaquinho brasileiro: Ré4, Sol4, Si4 e Ré5, da corda mais grave para a mais aguda.
- Deixe a página aberta, autorize o microfone e afine uma corda por vez.
- Toque cada corda por 1 a 2 segundos, com ataque moderado e as outras três abafadas.
- Se a leitura oscilar, reduza o ruído, teste distâncias de 10 a 30 centímetros e experimente outro aparelho.
- Se você passar da nota, afrouxe um pouco e suba devagar até a referência.
- Após instalar um jogo novo, afine, toque por 3 a 5 minutos e repita a conferência de duas a quatro vezes.
- Se a mesma corda cair ou não estabilizar em três tentativas, investigue tarraxa, pestana, rastilho, corda e regulagem.
- Faça uma checagem de 2 minutos antes de cada ensaio, aula ou apresentação.
- Proteja o cavaquinho de sol direto, porta-malas fechado, impactos e mudanças bruscas de temperatura.
- Anote a corda problemática, o momento da queda e as condições do ambiente para orientar a manutenção.

## Perguntas frequentes

Qual é a afinação padrão do cavaquinho brasileiro?

A afinação padrão brasileira é DGBD, da corda mais grave para a mais aguda: Ré4, Sol4, Si4 e Ré5. Ela aparece com frequência em samba, pagode, choro e acompanhamentos populares. Confira as quatro cordas no afinador antes de começar, principalmente depois de transportar o instrumento ou trocar o encordoamento.

Posso usar o afinador de cavaquinho online no celular?

Sim. Abra a página no navegador, permita o acesso ao microfone e deixe o celular a cerca de 10 a 30 centímetros do cavaquinho. Toque uma corda por vez, sem televisão, conversa ou música ao fundo. A leitura depende do microfone, da distância e da acústica do ambiente. Se o aparelho não reconhecer a nota, mude a posição, descubra a área do microfone e toque com ataque mais leve.

Por que a nota fica subindo e descendo no afinador?

A oscilação pode vir de ruído, cordas vizinhas vibrando, ataque forte, corda velha, folga na tarraxa ou atrito na pestana. Abafe as outras três cordas e toque uma nota isolada por 1 a 2 segundos. Espere o ataque passar antes de ajustar. Se apenas uma corda continuar instável depois de três tentativas, verifique o jogo, a tarraxa, a pestana e o rastilho.

Devo afinar o cavaquinho de cima para baixo ou de baixo para cima?

Você pode começar por qualquer corda, mas a aproximação costuma ficar mais previsível quando você chega à nota subindo. Se passar do ponto, afrouxe um pouco, toque novamente e suba devagar. Depois de ajustar as quatro cordas, repita a sequência Ré4, Sol4, Si4 e Ré5. A tensão do conjunto pode mudar levemente durante o processo.

Cordas novas desafinam mais no início?

Sim. Um jogo novo precisa se acomodar nas tarraxas, na pestana e no rastilho. Afine todas as cordas, toque por 3 a 5 minutos e confira outra vez. Repita esse ciclo de duas a quatro vezes, sem puxar as cordas com força excessiva. Se a afinação continuar caindo muito depois desses ciclos, confira a instalação e procure folga mecânica.

Como saber se o problema é o microfone ou o cavaquinho?

Teste primeiro o ambiente: desligue fontes de ruído, aproxime o instrumento e toque uma corda isolada. Depois, experimente outro celular ou computador. Se dois aparelhos falharem na mesma corda, investigue a corda, a tarraxa, a pestana e o rastilho. Se apenas um dispositivo apresentar problema, confira a permissão do navegador, a posição do microfone e a distância até o instrumento.

Preciso trocar todas as cordas quando uma arrebenta?

Em uma emergência, você pode substituir apenas a corda arrebentada. Porém, um jogo com cordas de idades muito diferentes tende a apresentar brilho, tensão e estabilidade desiguais. Se as outras três estão velhas, trocar o conjunto costuma produzir uma resposta mais uniforme. Depois da troca, afine, toque por 3 a 5 minutos e faça novas conferências.

A afinação muda quando eu aperto os acordes?

Pode mudar se você apertar a corda com força, posicionar o dedo longe da barra do traste ou pressionar o braço do instrumento. Uma nota presa também pode apresentar entonação diferente da corda solta. Use apenas a pressão necessária e coloque o dedo próximo ao traste. Se a diferença permanecer em várias casas, o instrumento precisa de avaliação de regulagem.

Posso usar outra afinação para tocar pagode?

Pode, desde que o arranjo e as formas de acorde estejam preparados para ela. DGBD é a referência mais prática para grande parte do repertório brasileiro. Outra configuração muda as notas soltas, as posições e a resposta da mão. Antes de trocar, confirme a tonalidade e a afinação usada pelos outros músicos. Anote as quatro notas na capa para não iniciar o ensaio com uma configuração incompleta.

Com que frequência devo conferir a afinação do cavaquinho?

Confira antes de cada ensaio, aula ou apresentação. Faça uma nova verificação depois de tocar por 5 minutos, principalmente com cordas novas ou após transporte. Em ambientes quentes, frios ou úmidos, faça uma terceira conferência antes de tocar com o grupo. Em uma roda longa, aproveite as pausas entre músicas para tocar as quatro cordas soltas e corrigir pequenos desvios.

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Depois de afinar, marque o andamento no [metrônomo online](https://cantivy.com/ferramentas/metronomo/),
monte as posições no [gerador de acordes](https://cantivy.com/ferramentas/acordes/) e veja as
[progressões que sustentam o repertório brasileiro](https://cantivy.com/progressoes/).

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