**Afinador de violoncelo online | Afinação CGDA | Cantivy**

> Use o afinador de violoncelo online pelo microfone, confira a afinação CGDA e corrija ruídos, cordas velhas, tarraxas instáveis e notas que oscilam.

Fonte: https://cantivy.com/ferramentas/afinador/violoncelo/ · idioma: pt-BR

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[Ferramentas](https://cantivy.com/ferramentas/) / [Afinador](https://cantivy.com/ferramentas/afinador/) / violoncelo

# Afinador de violoncelo *online grátis*

Quatro cordas em quintas justas, uma oitava e uma quinta abaixo do violino. Sem trastes, como toda a família do violino. Afine pelo microfone, sem instalar nada — a página faz a leitura no seu próprio aparelho.

Corda:

Dó2 4 Sol2 3 Ré3 2 Lá3 1

—

aguardando microfone

Frequência — Hz

Desvio — cents

Nota alvo —

Iniciar

Não foi possível acessar o microfone. Verifique a permissão do navegador.

## Afinações para violoncelo

A afinação padrão, com a frequência exata de cada corda.

### Padrão (CGDA)

*Frequências das cordas: violoncelo, afinação Padrão (CGDA)*

| Corda | Nota | Científica | Frequência |
| --- | --- | --- | --- |
| 4ª | Dó2 | C2 | 65.41 Hz |
| 3ª | Sol2 | G2 | 98.00 Hz |
| 2ª | Ré3 | D3 | 146.83 Hz |
| 1ª | Lá3 | A3 | 220.00 Hz |

*Cada corda (violoncelo, afinação Padrão (CGDA)) sobre um eixo logarítmico. As linhas tracejadas marcam oitavas: onde duas cordas caem entre as mesmas linhas, elas estão a menos de uma oitava de distância. Temperamento igual, Lá4 = 440 Hz. Figura do Cantivy — livre para reutilizar com link para esta página.*

1. 01 Como afinar o violoncelo pelo microfone em menos de um minuto
2. 02 Por que o violoncelo desafina, e o que dá para evitar
3. 03 As afinações do violoncelo e quando trocar de uma para outra
4. 04 Cordas, tensão e a diferença que o jogo novo faz
5. 05 Quando o afinador não estabiliza: ruído, captação e corda velha
6. 06 Como manter a afinação entre um ensaio e outro
7. 07 Resumo

Esta página ajuda você a usar um **afinador de violoncelo online** com critério. O microfone do aparelho capta o som, calcula a nota provável e mostra se ela está acima ou abaixo da referência. A leitura depende do microfone, do navegador, da distância até o instrumento e do ruído da sala. Por isso, a tela serve como guia. A mão, o ouvido e a resposta do violoncelo continuam fazendo parte da decisão.

O violoncelo usa a afinação padrão em quintas: Dó, Sol, Ré e Lá, do grave para o agudo. Em frequências de referência a **440 Hz**, essas cordas correspondem aproximadamente a C2, **65,41 Hz**; G2, **98,00 Hz**; D3, **146,83 Hz**; e A3, **220,00 Hz**. Como não há trastes, uma diferença pequena na posição do dedo já muda bastante a nota. Aqui você encontra o caminho para afinar pelo navegador, além de procedimentos para lidar com leitura instável, corda velha, tarraxa que escorrega e ruído de captação.

Antes de começar, retire o celular do modo economia de energia se ele apagar a tela durante a leitura. Mantenha a página aberta e deixe o aparelho a uma distância aproximada de 30 a 80 centímetros do violoncelo. Essa faixa não é uma regra fixa. Ela oferece um ponto de partida prático para evitar tanto o sinal fraco quanto a saturação do microfone.

## 01Como afinar o violoncelo pelo microfone em menos de um minuto

Abra o afinador com a página ativa e permita o acesso ao microfone quando o navegador pedir. Se a permissão não aparecer, abra as configurações do site no navegador e autorize o microfone manualmente. Apoie o violoncelo de modo estável, coloque o espigão na altura habitual e deixe o arco, a mão esquerda e as tarraxas ao alcance. Toque uma corda solta de cada vez, com uma arcada longa e regular. O afinador online violoncelo precisa receber uma nota clara, não uma mistura de cordas, ruído de cadeira e conversa.

Comece pela corda mais grave, Dó, e siga para Sol, Ré e Lá. Se a indicação mostrar que a nota está baixa, suba a tensão aos poucos. Se estiver alta, solte um pouco e depois volte a subir até a leitura estabilizar. Essa sequência reduz a folga da tarraxa e deixa o ajuste mais previsível. Entre uma tentativa e outra, pare o arco por 2 ou 3 segundos e toque novamente. Evite girar a tarraxa enquanto a corda ainda está soando.

Use o afinador como referência para afinar violoncelo, mas confira o resultado com a relação entre as cordas. O intervalo entre duas cordas vizinhas deve soar como uma quinta justa, sem batimento excessivo. Compare primeiro Dó com Sol, depois Sol com Ré e, por fim, Ré com Lá. Se você também toca outros instrumentos, o [afinador de violão](https://cantivy.com/ferramentas/afinador/) pode servir para consultar o mesmo princípio de leitura por nota, embora a tessitura, o ataque e a resposta do violoncelo sejam diferentes.

Uma corda pode continuar vibrando por 5 a 10 segundos depois que a indicação já parece correta. Espere a nota assentar antes de girar novamente a tarraxa. Para estudar uma passagem de sertanejo, forró ou gospel, afine antes de tocar o repertório e repita a checagem depois de 5 a 10 minutos. O calor da mão, a pressão do arco e a mudança de posição do instrumento podem revelar uma alteração pequena.

Se você usa o celular, não segure o aparelho contra a caixa do violoncelo. A vibração passa para o microfone e pode gerar uma leitura irregular. Coloque-o em uma cadeira ou estante firme, com o microfone voltado para o instrumento. Toque somente a corda escolhida e mantenha as outras abafadas de leve com a mão direita, sem encostar na corda que está sendo lida.

## 02Por que o violoncelo desafina, e o que dá para evitar

A afinação do violoncelo muda quando a temperatura e a umidade alteram a madeira, o estandarte, a alma e as cordas. Uma sala fria pode deixar o instrumento com outra resposta pela manhã. Depois de 10 a 20 minutos tocando, o corpo aquece e a tensão se redistribui. Por isso, uma afinação feita assim que você tira o cello do estojo nem sempre permanece igual no ensaio.

Evite deixar o instrumento dentro do carro. Um carro fechado sob sol forte pode atingir temperaturas muito acima do ambiente e criar uma mudança brusca na madeira, na cola e nas cordas. Também não encoste o cello em aquecedor, ar-condicionado ou janela aberta. Ao chegar a uma sala diferente, deixe o instrumento se adaptar por alguns minutos e faça a conferência final depois desse período.

A tarraxa também pode escorregar. Isso acontece quando ela não assenta bem no orifício ou quando você gira o eixo sem empurrá-lo levemente para dentro. Faça o ajuste com pressão controlada, sem forçar. Se a tarraxa volta sozinha, range ou exige força exagerada, procure um luthier. Apertar demais pode danificar a caixa ou tornar o ajuste perigoso. Não use cola, óleo doméstico ou produto improvisado no encaixe.

O cavalete é outro ponto crítico. Ele deve permanecer alinhado, com os pés bem apoiados e a parte superior voltada para a posição correta. Ao subir a tensão das cordas, ele pode inclinar em direção ao espigão. Observe-o de frente depois de afinar. Se ele estiver puxando, não tente corrigir de qualquer maneira com as cordas totalmente tensionadas. Um profissional pode reposicioná-lo sem criar deformações.

A forma de tocar também provoca variação. Uma arcada muito pesada estica a corda e pode fazer a nota parecer mais alta no ataque. Uma pressão irregular do dedo muda a afinação mesmo quando a corda solta está certa. Em uma gravação de MPB ou pagode, escute as notas longas depois do ataque. O centro da nota costuma aparecer quando o arco encontra velocidade e pressão constantes.

Faça hoje um teste simples: toque cada corda por 4 segundos, pare por 2 segundos e repita três vezes. Anote qual corda muda mais. Se todas mudarem de forma parecida, investigue temperatura, umidade e adaptação do instrumento. Se apenas uma cair repetidamente, examine a tarraxa, o assentamento da corda e o cavalete antes de culpar o microfone.

## 03As afinações do violoncelo e quando trocar de uma para outra

A afinação padrão é CGDA:

- Dó na corda mais grave, depois Sol, Ré e Lá. As quatro cordas ficam separadas por quintas justas. Em referência de **440 Hz**, o Lá3 fica em **220,00 Hz**
- a corda Ré3 fica em aproximadamente **146,83 Hz**
- a Sol2, em **98,00 Hz**
- e a Dó2, em **65,41 Hz**. Esse arranjo dá ao instrumento uma lógica de digitação próxima à do violino, em uma região mais grave

O violoncelo fica sem trastes, como toda a família do violino. A afinação das cordas soltas organiza o mapa, mas não corrige a posição dos dedos. Depois de afinar, toque uma escala lenta em duas oitavas e escute se as notas sustentadas permanecem centradas. Uma corda solta correta não garante que a mão esquerda esteja encontrando todos os intervalos.

Para a maior parte do estudo, da música de câmara, do acompanhamento de canções e de linhas de sertanejo, mantenha a afinação padrão. Ela preserva a resposta prevista pelo fabricante e facilita a leitura de exercícios, métodos e partituras. Se você toca com piano, teclado ou playback, confirme a referência antes de começar. Um instrumento afinado em relação a si mesmo ainda pode estar distante da tonalidade do conjunto se a referência usada estiver diferente de A4 = **440 Hz**.

Algumas obras usam scordatura, uma mudança deliberada em uma ou mais cordas. O compositor pode pedir uma corda mais grave, uma sonoridade diferente ou uma ressonância específica. Não troque a afinação por conta própria só para alcançar uma nota com facilidade. Verifique a indicação da partitura, a tensão recomendada para o jogo e o limite seguro do instrumento. Uma alteração de um semitom já muda a tensão da corda e a pressão sobre o cavalete.

Quando você muda de uma afinação para outra, faça o caminho devagar e confira todas as cordas duas vezes. A tensão de uma corda interfere na pressão sobre o cavalete e pode alterar as vizinhas. Depois da primeira passagem, toque cada corda com arco, espere a vibração terminar e faça uma segunda conferência. Ao voltar para CGDA, repita o mesmo processo. Para montar uma base, consulte o [gerador de acordes](https://cantivy.com/ferramentas/acordes/) e pense nas cordas soltas como parte do arranjo, não apenas como referência de afinação.

Se a linha acompanhar um samba, observe se o registro grave está ocupando o mesmo espaço do surdo, do baixo ou do teclado. A afinação padrão continua sendo CGDA, mas a escolha das cordas soltas muda a articulação da frase. Consulte também o conteúdo sobre [samba](https://cantivy.com/generos/samba/) para relacionar o ajuste do instrumento ao tipo de levada e ao papel do violoncelo no conjunto.

## 04Cordas, tensão e a diferença que o jogo novo faz

Um jogo novo não muda apenas a altura das notas. Ele muda a resistência sob o arco, a velocidade de resposta e a quantidade de harmônicos que chegam ao microfone. Uma corda recém-instalada pode soar mais brilhante e instável nas primeiras horas. Ela ainda está assentando nas ranhuras da pestana, do estandarte e nas voltas da tarraxa.

Depois de colocar a corda, estique-a com cuidado usando o arco e faça pequenos ajustes. Não puxe a corda com força para acelerar o processo. Passe a corda pelas posições corretas e mantenha as voltas organizadas no eixo da tarraxa. Se as voltas se cruzam ou ficam soltas, a afinação demora mais para firmar e a indicação do afinador pode oscilar.

Faça 3 ou 4 ciclos de ajuste nos primeiros minutos: afine, toque por 2 minutos, espere 30 segundos e confira de novo. Esse procedimento assenta a corda sem aplicar uma tração brusca. Se a corda apresentar estalos, enrolamento irregular ou marcas profundas no ponto de contato, pare a instalação e peça orientação a um luthier.

A tensão escolhida altera a sensação na mão esquerda. Um jogo mais rígido pode entregar projeção e resistência, mas exige mais controle do arco. Um jogo mais macio pode responder com facilidade, embora reaja mais às mudanças de pressão e temperatura. Não existe uma escolha universal. Considere o tamanho do instrumento, o estilo do repertório e a orientação do luthier que conhece o seu cello.

Observe sinais concretos de desgaste: som opaco, dificuldade para iniciar a vibração, sulcos visíveis, enrolamento aberto e necessidade constante de reajuste. Em uma linha de samba ou em um acompanhamento de canção, uma corda velha pode parecer sem foco mesmo quando o afinador acusa a nota correta. A leitura confirma a altura, mas não mede sozinha a saúde mecânica nem a qualidade do timbre.

Ao trocar o jogo, reserve tempo para uma nova regulagem. A ponte pode pedir atenção, o estandarte pode mudar de posição e a alma pode responder à nova tensão. Se a troca veio acompanhada de trastejamento, ruído metálico ou perda súbita de volume, interrompa o ajuste caseiro e procure uma oficina especializada. Não tente compensar um ruído mecânico apertando a corda até uma nota diferente.

Para comparar uma corda antiga com uma nova, grave duas notas longas de 5 segundos usando a mesma região do arco. Depois escute o início, o meio e o final de cada nota. Uma diferença de timbre que permanece mesmo com a altura correta aponta para corda, arco ou regulagem, não necessariamente para a afinação.

## 05Quando o afinador não estabiliza: ruído, captação e corda velha

O microfone do aparelho capta tudo que chega junto com o violoncelo: ventilador, conversa, trânsito, teclado, vibração da cadeira e até o atrito do arco. Feche aplicativos que usam o microfone, escolha uma sala silenciosa e aproxime o aparelho sem encostar no instrumento. Se estiver usando celular, apoie-o em uma superfície firme. Segurar o aparelho com a mesma mão que ajusta a tarraxa cria movimento e ruído.

Toque uma corda solta no meio do espelho, sem encostar a mão esquerda em nenhuma parte que possa abafá-la. Use um ataque limpo e depois deixe a nota morrer naturalmente. Se o afinador demora, experimente um arco mais lento e com pressão moderada. Ataques muito fortes geram parciais que podem fazer o aplicativo apontar outra nota durante os primeiros instantes.

Quando a ferramenta não pega a nota, teste a distância e o ângulo do microfone. Em alguns aparelhos, o microfone fica na borda inferior; virar o celular pode melhorar a captação. Reduza o volume de outras fontes e afaste o instrumento de paredes que refletem o som. Se o navegador perdeu a permissão, abra as configurações do site e autorize o microfone novamente.

Uma corda velha também confunde a leitura. Ela pode produzir um som irregular, com harmônicos fortes e pouca sustentação. Compare a corda suspeita com as outras e toque perto do meio do arco. Se a nota sobe e desce sem você mudar a mão, verifique as cravelhas, o cavalete, o estandarte e a própria corda. O afinador depende do microfone do aparelho; ele não substitui a inspeção do instrumento.

Faça um diagnóstico em três etapas. Primeiro, toque a corda Dó, Sol, Ré ou Lá no silêncio e observe se o sinal aparece. Depois, repita com o celular a 40 centímetros do instrumento. Por fim, teste outra corda. Se somente uma falhar, investigue a corda e os pontos de contato. Se todas falharem, revise microfone, permissão do navegador, posição do aparelho e ruído da sala.

Para praticar o controle de tempo enquanto você testa a estabilidade, deixe um [metrônomo online](https://cantivy.com/ferramentas/metronomo/) marcado de 60 a **72 BPM**. Toque uma nota por pulso, com ataques iguais, e observe se a leitura muda por causa da técnica. Esse exercício separa um problema de captação de um problema de arco. A página roda no navegador com a aba aberta, então mantenha o dispositivo ativo durante o uso.

## 06Como manter a afinação entre um ensaio e outro

Guarde o violoncelo no estojo quando não estiver tocando e evite deixá-lo perto de janela, aquecedor, ar-condicionado ou porta que recebe sol. Não coloque objetos sobre a caixa. O estojo reduz mudanças bruscas, mas não elimina a adaptação do instrumento ao ambiente. Ao chegar ao ensaio, espere de 5 a 15 minutos antes de fazer o ajuste final.

Antes de guardar, confira se as cordas continuam na afinação padrão e se o cavalete está reto. Não solte todas as cordas para transportar o instrumento. A perda repentina de tensão pode deslocar o cavalete e alterar o apoio interno. Limpe a resina acumulada no tampo com um pano macio e seco, sem usar produtos domésticos. Resina em excesso interfere na resposta do arco e pode mascarar o diagnóstico.

Crie uma rotina curta: toque as quatro cordas, compare as quintas, examine as voltas das tarraxas e veja se existe alguma parte solta. Faça isso antes do ensaio e depois de uma sessão longa. Se a mesma corda cair todos os dias, anote quando ocorre e em que ambiente. Esse registro ajuda o luthier a distinguir uma simples acomodação de um problema de encaixe.

Quando estudar repertório brasileiro, ajuste o cello antes de tocar com outras pessoas. Em uma roda de samba, em um grupo de forró ou em uma banda de igreja, o volume do conjunto pode esconder uma corda baixa. Em um arranjo de pagode, notas graves longas deixam a instabilidade mais evidente. Em uma balada sertaneja ou em uma canção de MPB, deixe a nota sustentar e escute o centro do som antes de iniciar a gravação.

Acesse também a página de [progressões de acordes](https://cantivy.com/progressoes/) para planejar linhas que aproveitem as cordas soltas sem confundir a afinação com a escolha harmônica. Uma progressão I–V–vi–IV, por exemplo, descreve uma relação de acordes. Ela não substitui a conferência de Dó, Sol, Ré e Lá nas cordas soltas.

Se você quer desenvolver a escuta, veja o guia de [como afinar de ouvido](https://cantivy.com/aprender/como-afinar-violao/). A lógica não é idêntica entre violão e violoncelo, mas o treino de ouvir uma nota acima, abaixo ou centrada transfere bem. Para encontrar outras ferramentas de apoio, visite as [ferramentas do Cantivy](https://cantivy.com/ferramentas/) e escolha o recurso adequado para cada etapa do estudo.

Execute esta rotina hoje: afine o cello, toque cada corda por 5 segundos, confira as quintas e faça uma segunda leitura após 10 minutos. Se uma corda mudar mais do que as outras, registre a sala, o horário e a correção necessária. Essas três informações já ajudam a orientar a próxima manutenção.

## 07Resumo

- Use o microfone em uma sala silenciosa, mantenha o aparelho firme e toque uma corda solta por vez.
- Ajuste a afinação padrão CGDA, começando pela corda Dó e seguindo para Sol, Ré e Lá.
- Faça pequenos movimentos nas tarraxas e espere de 2 a 3 segundos entre uma tentativa e outra.
- Confira as quintas entre as cordas e repita a leitura depois de 5 a 10 minutos tocando.
- Se a leitura oscilar, reduza ruídos, faça uma arcada regular, teste a posição do aparelho e confira a permissão do navegador.
- Observe tarraxas, cavalete, estandarte, cravelhas e cordas antes de atribuir o problema ao afinador.
- Guarde o instrumento no estojo, longe de calor, sol direto e ar-condicionado.
- Procure um luthier se a tarraxa escorregar, o cavalete inclinar, surgir ruído metálico ou uma corda cair repetidamente.

## Perguntas frequentes

Posso usar o afinador de violoncelo online no celular?

Sim. Abra a página no navegador, permita o acesso ao microfone e deixe o aparelho em uma superfície firme. O resultado depende da qualidade da captação, do ruído da sala e da distância até o instrumento. Toque uma corda solta por vez e espere a leitura se estabilizar por alguns segundos. Se o celular estiver longe ou recebendo vibração, aproxime-o sem encostar no violoncelo. A ferramenta precisa da página aberta durante o uso.

Qual é a afinação padrão do violoncelo?

A afinação padrão é CGDA, do grave para o agudo: Dó, Sol, Ré e Lá. Em referência de **440 Hz**, as frequências aproximadas são **65,41 Hz** para Dó2, **98,00 Hz** para Sol2, **146,83 Hz** para Ré3 e **220,00 Hz** para Lá3. As quatro cordas formam quintas justas. Essa disposição serve para a maioria dos estudos, ensaios e repertórios. Como o violoncelo não tem trastes, a afinação correta das cordas soltas ajuda a orientar a mão esquerda, mas não substitui o ajuste fino da posição de cada dedo.

Por que a nota fica subindo e descendo no afinador?

A indicação pode oscilar por causa de ruído, arco irregular, corda velha, excesso de harmônicos ou vibração do aparelho. Também pode acontecer quando você olha a leitura logo no ataque da arcada. Toque com velocidade e pressão constantes, deixe a nota sustentar por 3 ou 4 segundos e teste outra posição para o microfone. Se apenas uma corda apresentar o problema, examine o encaixe, o cavalete, o estandarte e o estado dela. Se todas oscilarem, investigue a sala, o navegador e o microfone.

Devo afinar o violoncelo pelas tarraxas ou pelos ajustadores finos?

Use as tarraxas quando a corda estiver distante da nota e os ajustadores finos para pequenas correções. Gire pouco e sempre confira o efeito depois de uma nova arcada. Ao usar a tarraxa, mantenha pressão para dentro, sem forçar. Se ela escorregar ou ficar dura demais, pare. Um luthier pode corrigir o encaixe com mais segurança do que uma tentativa repetida em casa. Como regra prática, deixe o ajustador fino para desvios pequenos e evite levá-lo ao fim do curso.

Quanto tempo um jogo novo de cordas leva para estabilizar?

O tempo varia conforme a marca, a tensão, o instrumento, a instalação e o ambiente. Nas primeiras horas, a corda costuma pedir várias correções porque ainda está assentando nas tarraxas, na pestana e no estandarte. Faça ajustes pequenos, toque por alguns minutos e confira novamente após 30 segundos de pausa. Se a corda continuar caindo de forma acentuada depois desse período, procure a causa mecânica. Não puxe a corda com força para acelerar o assentamento.

O que fazer quando o microfone não reconhece a corda?

Silencie ventiladores, caixas de som e conversas, depois aproxime o aparelho do instrumento sem encostar nele. Toque uma corda solta com arco lento e regular, evitando que outras cordas vibrem. Teste a orientação do celular e confira a permissão do navegador. Se o som estiver muito irregular, verifique corda, cavalete e estandarte. A ferramenta precisa de um sinal claro para calcular a nota. Teste primeiro uma corda de cada vez e compare o resultado com as outras três.

Posso trocar a afinação do violoncelo para qualquer repertório?

Não sem conferir a indicação da obra e a tensão adequada. Algumas peças usam scordatura, mas a mudança altera a pressão no cavalete e a resposta das cordas. Para tocar repertório de sertanejo, forró, MPB, gospel ou pagode, a afinação padrão costuma ser a referência. Se a partitura pedir outra configuração, faça a troca lentamente, confira todas as cordas duas vezes e confirme se o instrumento suporta o jogo instalado. Não mude a afinação apenas para facilitar uma passagem.

Como saber se o problema é a corda ou o afinador?

Compare a corda suspeita com as outras em uma sala silenciosa e usando a mesma técnica de arco. Se o afinador lê as demais com estabilidade, mas a corda apresenta oscilações, som opaco ou pouca sustentação, ela pode estar velha ou mal assentada. Se todas falham, revise o microfone, o navegador e o ruído do ambiente antes de mexer no instrumento. Grave três notas de 5 segundos com a mesma arcada e compare o ataque, o meio e o final.

Com que frequência devo conferir a afinação do violoncelo?

Confira antes de cada ensaio, depois de transportar o instrumento e após uma sessão longa. Em mudanças de temperatura ou umidade, faça uma nova verificação quando o cello se adaptar à sala, geralmente após 5 a 15 minutos. Durante uma gravação, confirme entre tomadas se a passagem exige notas sustentadas. O número de correções depende do instrumento e do ambiente, mas uma rotina curta evita descobrir a desafinação no meio da música. Registre qual corda caiu e quantos ajustes foram necessários.

O afinador de violoncelo online substitui a afinação de ouvido?

Não. Ele ajuda a localizar a nota e a perceber se a corda está acima ou abaixo da referência, mas o microfone do aparelho pode receber ruído, harmônicos e vibrações externas. Depois da leitura, compare as cordas vizinhas em quintas justas e escute se o batimento diminui. Para treinar, toque Dó e Sol alternadamente por 4 segundos, depois Sol e Ré, e por fim Ré e Lá. Esse exercício aproxima a leitura visual da escuta real do instrumento.

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Depois de afinar, marque o andamento no [metrônomo online](https://cantivy.com/ferramentas/metronomo/),
monte as posições no [gerador de acordes](https://cantivy.com/ferramentas/acordes/) e veja as
[progressões que sustentam o repertório brasileiro](https://cantivy.com/progressoes/).

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