01O que muda de um plano para o outro na prática
A diferença entre os planos aparece no número de vezes que você pode transformar uma ideia em uma criação. No plano grátis, você consegue testar o processo, entender como os comandos afetam o resultado e descobrir se a ferramenta combina com seu jeito de compor. Você pode começar pensando em uma base de forró entre 100 e 112 BPM, uma balada sertaneja em 72 BPM ou uma ideia de MPB com violão e voz.
Nos planos pagos, a assinatura Cantivy libera uma margem maior para criar, comparar versões e desenvolver uma música sem parar na primeira tentativa. Isso faz diferença quando você testa três arranjos para o mesmo refrão, muda a instrumentação ou procura uma direção mais próxima de pagode, gospel ou sertanejo. A proposta não é apertar um botão e aceitar qualquer resultado. É trabalhar por variações, registrar o que funcionou e descartar o que não serve.
Também podem mudar os recursos disponíveis para edição, exportação, download ou continuidade do projeto, conforme o plano escolhido e as condições apresentadas no momento da assinatura. Antes de confirmar, leia a descrição do plano na tela de contratação. Confira quatro itens: quantidade de criações, período de acesso, possibilidade de baixar o arquivo e licença de uso. Se alguma função não estiver clara, você pode falar com a gente e explicar o que pretende produzir.
Um exemplo simples: se você quer apenas experimentar uma progressão I–V–vi–IV em uma canção pop, o plano grátis pode bastar. Se você quer criar uma demo completa, comparar timbres, refazer introduções e preparar material para uma apresentação, um plano pago tende a oferecer mais espaço para esse processo.
Faça uma verificação de cinco minutos antes da contratação. Abra a tela do plano, copie os limites exibidos, confirme o ciclo de cobrança e procure a regra de cancelamento. Em seguida, compare essa informação com seu calendário. Quem produz uma faixa por mês pode precisar de uma modalidade diferente de quem testa quatro arranjos por semana.