Gerador de acordes de violão e teclado online para estudar e tocar

Selecione a nota e o tipo de acorde para ver o diagrama, ouvir o som e aprender as posições dos dedos. Grátis, sem instalação.

Nota
Tipo
C Maior
Notas
C E G
Intervalos
1 3 5
Como posicionar
Posicione os dedos nas casas indicadas no diagrama. O X indica corda abafada, O indica corda solta.
Cordas

Progressões de Acordes Populares

Clique em qualquer acorde de uma progressão para visualizar seu diagrama.

I – IV – V – I Blues / Rock

Base do blues, rock e pagode. Em Dó: C → F → G → C

I – V – vi – IV Pop / Sertanejo

A progressão mais popular do sertanejo e pop brasileiro. Em Sol: G → D → Em → C

ii – V – I Bossa Nova / Jazz

Progressão clássica da bossa nova. Em Dó: Dm7 → G7 → CMaj7

i – VII – VI – VII MPB / Forró

Muito usada no forró e MPB. Em Lá menor: Am → G → F → G

I – vi – IV – V Pagode / Samba

Clássica do samba e pagode. Em Dó: C → Am → F → G

Como ler diagramas de acordes

O diagrama representa o braço do violão visto de frente. As linhas verticais são as 6 cordas (da 6ª mais grossa à 1ª mais fina, da esquerda para a direita). As linhas horizontais são as casas. Os círculos cheios indicam onde pressionar a corda. X acima do diagrama significa corda abafada (não toque). O significa corda solta (toque sem pressionar).

Acordes básicos do violão

Os acordes mais importantes para quem está começando são: C (Dó maior), G (Sol maior), D (Ré maior), E (Mi maior), A (Lá maior), Am (Lá menor) e Em (Mi menor). Com esses 7 acordes você consegue tocar centenas de músicas populares brasileiras. Pratique as transições entre eles para ganhar fluidez.

Entendendo os tipos de acorde

Maior — som alegre e estável (C, G, D). Menor (m) — som mais sombrio e melancólico (Am, Em). Sétima (7) — acrescenta tensão, muito usado no blues e forró (G7, C7). Menor com sétima (m7) — suave e jazzístico. Maj7 — sofisticado, essencial na bossa nova. Diminuto (dim) — tenso e instável. Aumentado (aug) — dissonante e curioso.

Dicas para iniciantes

Pressione as cordas perto da casa (traste) para evitar buzz. Use a ponta dos dedos, mantendo-os perpendiculares ao braço. Comece devagar — a velocidade vem com a prática. Pratique a transição C → G → D (Lá → Sol → Ré) que aparecem em muitas músicas do sertanejo e do pagode. Use nosso metrônomo para manter o ritmo.

Componha suas próprias músicas com IA

O Cantivy usa inteligência artificial para ajudar você a criar letras, melodias e arranjos. Do acorde à música completa.

Experimente Grátis

O gerador de acordes de violão e teclado online do Cantivy ajuda você a encontrar posições, ouvir combinações e testar ideias sem interromper o estudo. Escolha a nota, selecione o tipo de acorde e defina se quer consultar uma forma de violão ou uma disposição para teclado. Depois, use este guia para entender o desenho, trocar acordes com mais segurança e montar progressões aplicáveis a sertanejo, forró, gospel, pagode e MPB.

Você pode usar a ferramenta em três situações práticas: para descobrir como montar um acorde que apareceu em uma cifra, para comparar duas posições da mesma cifra e para transpor uma sequência até a voz de quem canta ficar confortável. O resultado depende do áudio captado pelo microfone do seu aparelho quando você usa recursos de escuta ou conferência. Por isso, trate a ferramenta como apoio visual e auditivo, não como medição de laboratório. A página precisa permanecer aberta no navegador para você consultar o conteúdo.

Sou Lucas Mendes, produtor musical há 12 anos, formado online pela Berklee e editor-chefe do Cantivy. Reuni aqui a prática que uso em produção, ensaio e arranjo: acordes abertos, pestanas, levadas, transposição e extensões como sétima, sus e nona. O objetivo é fazer você voltar à ferramenta sempre que surgir uma dúvida real no violão ou no teclado, seja antes de estudar uma música de Jorge & Mateus, uma levada de forró, um louvor ou uma sequência de pagode.

  1. 1
    Escolha a tônica

    Selecione a nota principal no gerador e defina se você quer consultar uma forma para violão ou uma disposição para teclado. Se a música estiver em C, comece por C; se você estiver transpondo, registre também a nova tonalidade.

  2. 2
    Defina o tipo de acorde

    Compare maior, menor, sétima, sus e nona. Comece pela tríade simples para entender o som antes de acrescentar tensão. Toque o acorde básico por dois compassos e a variação por mais dois.

  3. 3
    Leia o desenho

    Confira cordas, casas, dedos, cordas soltas e cordas que não devem ser tocadas. Toque cada nota separadamente, da sexta para a primeira no violão, e confirme no teclado quais notas formam o acorde.

  4. 4
    Monte uma progressão

    Combine quatro acordes em um ciclo de quatro compassos. Teste a sequência em 60 BPM e aumente somente quando as trocas estiverem limpas. Comece com um acorde por compasso e marque o ponto exato de cada mudança.

  5. 5
    Adapte para a voz

    Suba ou desça a tonalidade em semitons até a melodia ficar confortável. Registre a nova sequência usando os graus para não perder a relação entre os acordes. Grave 30 segundos e compare as notas graves e agudas antes de escolher.

Como ler o diagrama de acordes: casas, cordas e dedos

Um diagrama de violão representa o braço visto de frente. As seis linhas verticais correspondem às seis cordas. Na leitura mais comum, a corda mais grossa, a sexta, aparece à esquerda, e a mais fina, a primeira, à direita. As linhas horizontais representam as casas. Se o desenho começa depois da primeira casa, um número na lateral indica em qual região do braço você está. Um número 5, por exemplo, informa que o desenho começa na quinta casa, e não na primeira.

Os símbolos também são diretos. O número 0 indica corda solta. O X indica que você não deve tocar aquela corda. Um ponto mostra onde pressionar, e o número dentro do ponto costuma indicar o dedo: 1 para o indicador, 2 para o médio, 3 para o anelar e 4 para o mínimo. A pestana aparece como uma barra atravessando várias cordas. Antes de rasguear, toque cada corda isoladamente, da sexta para a primeira, e confira se todas soam limpas. Faça essa checagem em menos de 30 segundos antes de aumentar o andamento.

Quando você consulta um gerador de acordes, não olhe apenas para o nome exibido. Procure a nota mais grave, veja quais cordas estão soltas e observe se há notas repetidas. Essa leitura explica por que duas formas de C podem ter o mesmo nome, mas timbres diferentes. Um C com a quinta corda solta soa diferente de um C com outra inversão no baixo. Para localizar cada nota no braço, consulte também o guia de notas no braço do violão. Se a afinação parecer estranha, abra o afinador online com o microfone do aparelho permitido e ajuste corda por corda.

Faça agora este exercício: escolha C, observe o diagrama, toque a quinta corda e depois as quatro cordas mais agudas. Em seguida, monte Am e compare quais notas mudaram. Você passa a enxergar a relação entre as formas, em vez de tratar cada acorde como um desenho isolado.

Todo diagrama de acorde é um recorte deste mapa. Saber que a terceira casa da quinta corda é dó explica por que a pestana de dó maior fica onde fica, em vez de decorar a forma sem entender. Notas calculadas a partir da afinação padrão. Figura do Cantivy — livre para reutilizar com link para esta página.

Os acordes abertos que abrem o repertório

Acordes abertos usam uma ou mais cordas soltas. Eles exigem menos deslocamento da mão esquerda e aparecem em incontáveis músicas de pop, sertanejo, gospel, forró, pagode e MPB. Comece por C, G, D, A e E. Depois acrescente Am, Em e Dm. Com esse grupo, você já pode praticar centenas de combinações sem depender de pestanas. C, G, Am e F, por exemplo, formam a sequência I–V–vi–IV em Dó maior, muito usada como exercício de troca e acompanhamento.

No C maior, confira se a primeira corda está livre e se a sexta corda não entra no rasgueado. No G maior, existem formas com três ou quatro dedos; escolha aquela que facilita a troca para D ou Em. No D maior, toque apenas as quatro cordas mais finas. A e E pedem atenção ao alinhamento dos dedos e à corda correta para iniciar o ataque. Para os menores, mantenha a mão relaxada: Am, Em e Dm devem soar encorpados, mas sem cordas abafadas por acidente.

Uma rotina eficiente começa devagar. Toque C, G, Am e F por quatro tempos cada, entre 60 e 72 BPM. Conte “1, 2, 3, 4” e troque somente no primeiro tempo do compasso seguinte. Faça 10 ciclos. Se errar duas vezes seguidas, reduza para 56 BPM e retome a forma sem pressa. Se F ainda estiver difícil, use uma versão simplificada com as quatro cordas agudas antes de tentar a pestana completa. O artigo sobre cifras simplificadas ajuda a escolher versões adequadas ao seu nível.

No teclado, confira as mesmas notas no piano virtual para entender como o acorde se distribui sem depender do desenho do violão. Toque a tônica com a mão esquerda e a tríade com a direita. Em C maior, experimente C–E–G; em Am, A–C–E. Depois alterne os dois acordes por quatro compassos e perceba quais notas permanecem próximas.

Pestana sem dor: mecânica, não força

A pestana funciona quando o indicador pressiona várias cordas próximas ao traste. O resultado não depende de apertar o braço com toda a mão. Posicione o dedo perto do traste seguinte, não no meio da casa, e experimente girá-lo levemente para o lado do polegar. A lateral do indicador costuma ter menos tecido macio e facilita a vibração das cordas. Comece pressionando apenas as cordas necessárias para a forma; não tente vencer a resistência do instrumento com força excessiva.

O polegar fica atrás do braço como ponto de apoio, aproximadamente na altura do indicador. Evite deixar o ombro subir ou dobrar demais o punho. Monte a forma de E maior e mova-a para a terceira casa para obter G maior. A forma de A também é móvel: com a tônica na quinta corda, você pode construir diferentes acordes ao longo do braço. Escolha a pestana certa observando a corda onde está a tônica e o tipo de forma que sua música pede. A forma de E na quinta casa produz A; a forma de A na sétima casa também produz E, mas com outra distribuição de vozes.

Pratique em blocos curtos. Faça cinco tentativas de 10 segundos, solte a mão e toque cada corda separadamente. Depois alterne Bm e Em por oito repetições, de 60 a 68 BPM. Grave um vídeo de 20 segundos na lateral do braço para verificar se o indicador está muito distante do traste e se o polegar está escapando para cima. Dor aguda, formigamento ou perda de sensibilidade não fazem parte do treino: pare, descanse e revise a postura. Uma pestana bem construída melhora o acesso a qualquer gerador de acordes violão, porque você passa a reconhecer famílias de formas em vez de decorar posições isoladas.

Faça um teste imediato com F. Monte a pestana na primeira casa, toque apenas a sexta, a segunda e a primeira cordas e ajuste o indicador até as três soarem. Depois acrescente as cordas do meio. Dividir a tarefa em etapas costuma revelar qual ponto da forma está abafando o som.

Progressões que sustentam sertanejo, gospel e MPB

Uma progressão de acordes é uma sequência organizada de acordes. Em vez de decorar apenas nomes, pense nos graus da tonalidade. Em C maior, I é C, IV é F, V é G e vi é Am. A sequência I–V–vi–IV, representada por C–G–Am–F, cria estabilidade, movimento e retorno. Ela aparece em muitos arranjos populares, mas o ritmo, o andamento, o baixo e a melodia mudam completamente o resultado. A mesma sequência pode sustentar um dedilhado de balada, uma batida sertaneja ou um acompanhamento de louvor.

No sertanejo, experimente I–V–vi–IV com batida marcada, baixos alternados e pausas antes da mudança. Em G, isso gera G–D–Em–C. Toque cada acorde por um compasso a 72 BPM, acentue o primeiro tempo e deixe o último tempo mais curto antes da troca. Para encontrar referências de repertório e formas recorrentes, consulte as cifras de sertanejo e o conteúdo sobre sertanejo. Depois experimente a mesma sequência a 92 BPM e compare como a dinâmica altera a sensação.

No gospel, sequências como I–V–vi–IV e vi–IV–I–V funcionam bem quando você deixa o acorde respirar e usa inversões no teclado ou acordes com cordas agudas sustentadas. Em G, vi–IV–I–V corresponde a Em–C–G–D. Segure cada acorde por quatro tempos, toque a tônica no baixo e mantenha a nota mais aguda comum quando for possível. Essa escolha cria continuidade sem exigir acordes difíceis.

Na MPB e no pagode, a harmonia costuma ganhar movimento com ii–V–I, dominantes secundárias e baixos que conduzem de uma nota à outra. Em C, Dm7–G7–Cmaj7 é uma base clara para ouvir essa resolução. No forró, uma sequência simples pode ganhar personalidade com o padrão de mão direita e a alternância entre tônica e quinta. Use o gerador de acordes online para comparar formas próximas e o piano para testar a mesma progressão antes de levá-la ao violão.

Para aplicar isso agora, escolha uma tonalidade, escreva quatro graus e toque a sequência por cinco minutos. Primeiro use tríades maiores e menores. Depois troque apenas um acorde por uma sétima, como G por G7 em C maior. Assim você ouve a função da extensão dentro da progressão, e não apenas o som isolado do acorde.

Como transpor um acorde para a voz de quem canta

Transpor é mover uma música para outra tonalidade sem alterar a relação entre os acordes. O primeiro passo é descobrir onde a voz fica confortável. Toque a progressão original e peça para quem canta fazer a melodia em uma região natural. Se as notas mais altas apertarem, desça a tonalidade. Se as notas graves perderem presença, suba um ou dois semitons e teste novamente. Faça a comparação em trechos de 30 segundos, porque a tonalidade pode funcionar no refrão e falhar na estrofe.

Com acordes abertos, você pode trocar a tonalidade usando formas equivalentes ou um capotraste. O capotraste sobe tudo pela mesma distância: na primeira casa, C soa como C sustenido; na segunda, como D. Com pestanas, basta deslocar a forma. Um G com pestana na terceira casa produz G sustenido, e a mesma forma na quinta casa produz A. Confirme sempre a tônica e a afinação antes de tocar com outras pessoas. O capotraste altera a altura geral, mas não muda a relação entre os desenhos que você executa.

Uma maneira prática é anotar a sequência em graus. Se a música estiver em C com C–G–Am–F, ao subir dois semitons ela passa para D com D–A–Bm–G. A relação I–V–vi–IV permanece. O gerador de cifras online pode servir como conferência para encontrar o nome de cada acorde, mas seus ouvidos decidem a tonalidade final. Grave um trecho de 30 segundos e verifique se a melodia mantém espaço para respirar, especialmente nas notas sustentadas do refrão.

Para fazer o teste agora, toque a sequência em C, suba para C sustenido e depois para D. Marque em qual tonalidade a nota mais alta fica confortável sem você apertar a garganta e em qual a nota mais baixa ainda mantém presença. Se a diferença entre duas opções for pequena, escolha aquela que deixa a levada mais simples para a mão.

Acordes com sétima, sus e nona sem teoria pesada

As extensões mudam a cor do acorde sem exigir uma aula longa de harmonia. O acorde com sétima acrescenta uma nota à tríade. G7, por exemplo, cria uma tensão que costuma pedir resolução para C. Em repertório brasileiro, acordes como D7, A7 e E7 aparecem bastante para preparar o próximo acorde. Comece usando uma sétima por vez e compare com a versão maior simples. Toque G por dois compassos, G7 por dois e volte para C; a diferença de direção harmônica fica mais clara.

O sus substitui temporariamente a terça por uma segunda ou quarta. Csus2 usa D no lugar de E; Csus4 usa F no lugar de E. O efeito fica aberto e suspenso. Para resolver, volte ao acorde maior e ouça como a terça define a sensação final. A nona acrescenta uma nota equivalente ao segundo grau uma oitava acima. Cadd9, por exemplo, mantém C, E e G e adiciona D, criando brilho sem a tensão completa de um acorde dominante.

No teclado, toque primeiro a tônica com a mão esquerda e experimente a terça, a quinta, a sétima ou a nona com a direita. Para G7, use G no baixo e B–D–F na mão direita. Para Cadd9, teste C no baixo e C–E–G–D na mão direita. No violão, prefira posições que preservem as cordas agudas e evite acumular notas graves. Use o gerador de acordes para comparar voicings, depois pratique a troca em ciclos de quatro compassos.

Se você já domina algumas escalas, o material sobre escalas no violão ajuda a identificar de onde vêm essas notas extras. Faça um exercício curto: toque C, Csus2, Csus4 e C em sequência, com dois tempos para cada forma. Depois repita com G e G7. O foco é reconhecer o movimento da terça e da sétima pelo ouvido, sem adicionar extensões em todos os acordes ao mesmo tempo.

Resumo

O widget de acordes fica mais útil quando você combina a consulta rápida com escuta, repetição e contexto musical. Não basta encontrar o desenho: confira a tônica, toque cada corda, observe a troca e teste o acorde dentro de uma sequência. No teclado, confira também a inversão e a distância entre as notas. No violão, perceba quais cordas soltas definem o timbre da forma.

Volte a esta página quando precisar revisar uma forma, adaptar uma música para outra tonalidade ou criar uma variação simples para um arranjo. Pequenos ajustes de posição e ritmo mudam bastante o resultado. Uma troca limpa a 64 BPM é mais útil para o estudo do que uma sequência acelerada com cordas abafadas.

Use estes pontos como referência prática:

  • Leia o diagrama da sexta para a primeira corda e diferencie X, 0 e os dedos.
  • Pratique C, G, D, A, E, Am, Em e Dm antes de insistir em pestanas.
  • Construa a pestana perto do traste, com apoio do polegar e sem apertar além do necessário.
  • Teste I–V–vi–IV, ii–V–I e vi–IV–I–V em diferentes tonalidades.
  • Transponha pela voz de quem canta, usando graus, pestanas ou capotraste.
  • Adicione sétima, sus e nona depois que a tríade simples estiver clara.
  • Toque cada acorde por quatro tempos a 60 BPM antes de testar uma levada mais rápida.
  • Grave 30 segundos do exercício e procure cordas abafadas, mudanças atrasadas e notas graves em excesso.
  • No teclado, experimente a tônica na mão esquerda e três ou quatro notas na mão direita antes de abrir o voicing.

Para o próximo estudo, escolha uma progressão de quatro acordes, consulte cada forma no gerador, toque em 60 BPM e anote a tonalidade que melhor acomoda a voz. Esse procedimento transforma uma consulta rápida em material de prática.

Perguntas frequentes

O que é um gerador de acordes online?

É uma ferramenta que apresenta nomes, notas e formas de acordes no navegador. No Cantivy, você pode consultar combinações para violão e teclado e usar o resultado como ponto de partida para estudar, montar progressões ou conferir uma cifra. A página precisa continuar aberta no navegador para a consulta. A ferramenta não substitui a escuta: toque o acorde, observe a função na sequência e adapte a posição ao seu nível.

Como escolher a pestana certa no violão?

Observe a corda onde está a tônica e escolha a família de forma correspondente. Formas baseadas em E usam a sexta corda; formas baseadas em A usam a quinta. Depois confira se o acorde cabe na região do braço e se a mão consegue fazer a troca seguinte. A melhor pestana é a que mantém as notas claras com postura relaxada. Teste cada corda isoladamente por cerca de 20 segundos antes de inserir a batida.

Qual é a diferença entre cifra e diagrama de acordes?

A cifra é o nome abreviado do acorde, como C, Am ou G7. O diagrama mostra onde colocar os dedos no braço do violão. Uma mesma cifra pode ter várias posições, com diferentes baixos e notas agudas. Por isso, a cifra informa o que tocar em termos harmônicos, enquanto o diagrama sugere uma maneira prática de executar. No teclado, o nome da cifra também permite montar inversões sem copiar o desenho do violão.

Quais acordes devo aprender primeiro no violão?

Comece por C, G, D, A e E, depois inclua Am, Em e Dm. Esses acordes aparecem em muitas músicas e permitem praticar trocas comuns sem depender de pestanas. Treine cada forma até as cordas soarem limpas, depois combine quatro acordes em ciclos curtos. F e Bm podem entrar quando sua mão já estiver mais segura. Uma rotina de 10 minutos pode ter dois minutos para cada forma, quatro minutos para C–G–Am–F e dois minutos para revisar o acorde mais difícil.

Como transpor uma música para outra tonalidade?

Anote a progressão pelos graus, como I–V–vi–IV. Em C, ela é C–G–Am–F; em D, torna-se D–A–Bm–G. Você pode mover formas com pestana, usar capotraste ou consultar o gerador de cifras online para conferir os nomes. Teste a nova tonalidade cantando a melodia e escolha aquela que não força os extremos da voz. Compare pelo menos três opções próximas, como C, C sustenido e D, em um trecho de 30 segundos.

Quais progressões funcionam no sertanejo e no gospel?

I–V–vi–IV é uma base versátil para sertanejo, pop e muitos arranjos gospel. vi–IV–I–V cria uma entrada mais emocional, enquanto IV–I–V–vi oferece outro ponto de partida. O estilo não depende apenas dos acordes: andamento, levada, baixo, dinâmica e timbre fazem diferença. Teste as progressões em várias tonalidades e escolha uma região confortável para cantar. Em G, I–V–vi–IV corresponde a G–D–Em–C; vi–IV–I–V corresponde a Em–C–G–D.

Para que servem os acordes com sétima, sus e nona?

Eles acrescentam cor e movimento às tríades. A sétima dominante, como G7, cria tensão e pede resolução. Sus2 e sus4 deixam o acorde suspenso até a terça aparecer. A nona adiciona brilho e espaço, como em Cadd9. Use essas extensões depois de dominar o acorde básico e compare sempre com a versão simples dentro da progressão. Um exercício direto é tocar C por dois compassos, Csus4 por dois e voltar para C; depois repetir com G e G7.

O gerador de acordes também ajuda quem toca teclado?

Sim. No teclado, você pode usar o nome e as notas do acorde para montar inversões e voicings mais confortáveis. Toque a tônica com a mão esquerda e distribua terça, quinta, sétima ou nona com a direita. O piano virtual ajuda a ouvir cada combinação antes de transferi-la para um arranjo ou ensaio. Comece com três notas na mão direita e acrescente a sétima ou a nona somente quando a mudança entre os acordes estiver confortável.

Como saber se um acorde está sendo tocado corretamente?

Toque as cordas uma por uma antes de fazer o ritmo completo. Se uma nota falhar, verifique se outro dedo está encostando nela, se a ponta está próxima do traste e se a corda deve mesmo soar. No teclado, confira as notas individualmente e depois ouça o acorde inteiro. A afinação e o microfone do aparelho também influenciam qualquer conferência eletrônica. Para isolar o problema, repita a forma três vezes sem mudar o andamento e ajuste apenas o dedo que está abafando a nota.