Afinador de guitarra online grátis

Mesma afinação padrão do violão. O que muda é a captação: um captador magnético entrega um sinal mais estável ao afinador que um microfone. Afine pelo microfone, sem instalar nada — a página faz a leitura no seu próprio aparelho.

Corda:
aguardando microfone
Frequência — Hz
Desvio — cents
Nota alvo

Afinações do guitarra

São 3 afinações usadas no Brasil. Escolha a que o repertório pede — trocar de afinação muda o que fica fácil e o que fica impossível na mão.

Padrão (EADGBE)

Frequências das cordas do guitarra na afinação Padrão (EADGBE)
Corda Nota Científica Frequência
Mi2 E2 82.41 Hz
Lá2 A2 110.00 Hz
Ré3 D3 146.83 Hz
Sol3 G3 196.00 Hz
Si3 B3 246.94 Hz
Mi4 E4 329.63 Hz

Drop D

Frequências das cordas do guitarra na afinação Drop D
Corda Nota Científica Frequência
Ré2 D2 73.42 Hz
Lá2 A2 110.00 Hz
Ré3 D3 146.83 Hz
Sol3 G3 196.00 Hz
Si3 B3 246.94 Hz
Mi4 E4 329.63 Hz

Um tom abaixo (D)

Timbre mais grave e cordas mais soltas. Comum em rock pesado.

Frequências das cordas do guitarra na afinação Um tom abaixo (D)
Corda Nota Científica Frequência
Ré2 D2 73.42 Hz
Sol2 G2 98.00 Hz
Dó3 C3 130.81 Hz
Fá3 F3 174.61 Hz
Lá3 A3 220.00 Hz
Ré4 D4 293.66 Hz
Cada corda do guitarra na afinação Padrão (EADGBE), sobre um eixo logarítmico. As linhas tracejadas marcam oitavas: onde duas cordas caem entre as mesmas linhas, elas estão a menos de uma oitava de distância. Temperamento igual, Lá4 = 440 Hz. Figura do Cantivy — livre para reutilizar com link para esta página.
O braço do guitarra até a 12ª casa na afinação Padrão (EADGBE). As notas naturais estão em destaque — é esse padrão que se decora, não cada casa separadamente. Posições calculadas a partir da afinação, não de uma tabela fixa. Figura do Cantivy — livre para reutilizar com link para esta página.

Se você precisa afinar guitarra antes de estudar, ensaiar ou subir ao palco, esta página reúne um procedimento direto. A referência mais comum é a afinação padrão, EADGBE: sexta corda em Mi grave, quinta em Lá, quarta em Ré, terceira em Sol, segunda em Si e primeira em Mi agudo. Em um afinador cromático, essas notas correspondem a aproximadamente 82,41 Hz, 110 Hz, 146,83 Hz, 196 Hz, 246,94 Hz e 329,63 Hz na oitava mais usada como referência.

A guitarra elétrica usa captadores magnéticos. O violão costuma chegar ao afinador pelo microfone do aparelho. Por isso, a guitarra ligada a uma interface de áudio pode entregar um sinal mais separado do barulho do ambiente. Ainda assim, o resultado depende do microfone, do cabo, da interface, do volume e do ruído da sala. A ferramenta roda no navegador com a página aberta; ela não substitui uma regulagem mecânica do instrumento.

Abra o afinador de guitarra online, permita o acesso ao microfone e escolha um local sem televisão, ventilador ou conversa próxima. Toque uma corda por vez e deixe as outras cinco abafadas. Se você estuda violão, também pode usar o afinador de violão. Depois de acertar as seis cordas, o metrônomo online ajuda a conferir se sua mão direita continua firme em andamentos como 60, 72 ou 90 BPM.

O indicador compara a nota captada com a referência selecionada. Ele não corrige cordas velhas, trastes, nut, ponte, tarraxas, aterramento ou folgas na instalação. Se a leitura oscilar, você precisa separar o problema de captação do problema do instrumento. A seguir, você encontra passos para afinar, testar a estabilidade, escolher outra afinação e decidir quando trocar cordas ou procurar um luthier.

Como afinar a guitarra pelo microfone em menos de um minuto

Coloque a guitarra em uma posição estável. Se você usar o microfone do celular ou do computador, mantenha o instrumento a aproximadamente 20 a 50 centímetros do aparelho. Evite apontar o som para uma caixa amplificada. Se usar uma interface, conecte o cabo, escolha a entrada correta no navegador e deixe o som limpo, sem distorção, delay, chorus ou reverb.

Abra o afinador de guitarra online e permita o acesso ao microfone quando o navegador solicitar. Aguarde alguns segundos para a entrada funcionar. Toque apenas uma corda por vez, com a palheta ou com a ponta do dedo, sem encostar nas outras cinco. Comece pela sexta corda e siga até a primeira. Esse caminho cria uma rotina fácil de repetir antes de um estudo, ensaio de sertanejo ou culto.

Toque a corda perto do meio entre a ponte e o braço, usando força moderada. Uma palhetada muito forte pode elevar a nota nos primeiros instantes. Espere a vibração diminuir um pouco antes de fazer o ajuste. Se a nota estiver baixa, aumente a tensão girando a tarraxa em pequenos movimentos. Se estiver alta, solte um pouco e depois suba até a referência. Subir até a nota reduz a folga do enrolamento.

Faça uma primeira passagem pelas seis cordas. Depois, repita a sequência inteira. Ao alterar a tensão de uma corda, a ponte e o braço podem redistribuir pequenas forças, principalmente em guitarras com ponte flutuante. Toque um acorde aberto, como Mi maior ou Sol maior, e confira se alguma corda saiu do ponto. Em seguida, teste uma pestana na quinta casa e um bend de um tom na segunda corda.

Na guitarra elétrica, selecione um captador com sinal claro e reduza o ganho do amplificador. O captador magnético costuma entregar ao afinador uma leitura mais estável que o microfone em uma sala barulhenta, mas não elimina interferências. Mantenha o volume alto o suficiente para o sinal aparecer sem saturar. Se o indicador reage ao chiado, pare o teste e investigue cabo, fonte, interface e aterramento.

Para desenvolver o ouvido, compare a leitura eletrônica com o guia de como afinar de ouvido. Você pode continuar usando o afinador como conferência. O exercício consiste em ouvir se a corda está subindo ou descendo antes de olhar o indicador. Faça cinco repetições por sessão durante uma semana e anote quais intervalos ainda confundem você.

Por que a guitarra desafina, e o que dá para evitar

A afinação muda quando a tensão, o comprimento vibrante ou o ponto de contato da corda muda. Uma corda nova costuma se acomodar nas primeiras horas. Uma corda velha acumula suor, oxidação e deformações. O nut, a ponte, as tarraxas, os trastes e a própria instalação também interferem. Se a corda prende em um sulco estreito, ela pode ficar mais aguda de um lado e voltar de repente quando você faz uma pestana ou um bend.

O jeito de tocar também altera a nota. Um bend de dois semitons desloca a corda por uma distância perceptível. Uma alavancada puxa várias cordas ao mesmo tempo. A mão esquerda pode empurrar a corda para o lado, principalmente em acordes com pestana na primeira posição. Em bases de sertanejo, pop ou gospel, uma pressão exagerada pode deixar o acorde acima da referência mesmo quando a tarraxa está ajustada.

Depois de instalar um jogo novo, estique cada corda com cuidado em dois ou três pontos ao longo do braço. Use força suficiente para retirar folgas, sem puxar até deformar o metal. Afine novamente e repita o processo até a variação diminuir. Dê duas ou três voltas regulares na tarraxa, mantendo o enrolamento alinhado. Não deixe as voltas se cruzarem.

Confira se a corda está bem assentada na ponte e no nut. Em uma ponte flutuante, troque as cordas uma por vez se você quiser preservar o equilíbrio inicial. Se trocar todas de uma vez, o sistema pode perder tensão e exigir várias passagens pelo afinador. Em caso de dúvida, siga a recomendação do fabricante da ponte ou leve o instrumento a um luthier.

Temperatura e umidade também afetam a resposta. Tirar a guitarra de uma sala com ar-condicionado e levá-la para um palco quente pode mudar a afinação em poucos minutos. Evite deixar o instrumento no porta-malas, sob sol direto, encostado em uma parede úmida ou perto de uma janela aberta. Antes de tocar pagode, MPB, forró ou um culto, aguarde de 10 a 20 minutos para o instrumento se adaptar ao local.

Você pode fazer um teste simples hoje. Afine as seis cordas, marque a hora e toque cinco minutos do repertório real. Inclua acordes, palm mutes, bends e a dinâmica que você usa. Afine novamente. Se duas ou três cordas subirem ou descerem pouco, observe o padrão. Se sempre a mesma corda escapar, investigue o ponto de contato em vez de culpar apenas o afinador.

As afinações da guitarra e quando trocar de uma para outra

A afinação padrão EADGBE serve como referência para grande parte das aulas, métodos, cifras e repertórios. Ela preserva a mesma ordem de notas da afinação comum do violão e facilita transferir formas de acordes, escalas e riffs entre os dois instrumentos. Se você vai tocar uma música sertaneja, uma levada de forró, uma base de MPB ou um louvor sem indicação específica, comece pela afinação padrão.

Na afinação padrão, as cordas soltas são Mi, Lá, Ré, Sol, Si e Mi, da sexta para a primeira. Entre a sexta e a quinta há uma quarta justa. A mesma relação aparece entre a quinta e a quarta, a quarta e a terceira e a primeira sequência até a segunda. Entre a terceira e a segunda há uma terça maior. Essa exceção explica por que alguns desenhos de acordes e escalas mudam ao atravessar essas duas cordas.

Uma alternativa comum é a Drop D. Nela, apenas a sexta corda desce de Mi para Ré, ou seja, um tom inteiro. As cinco cordas superiores permanecem em A, D, G, B e E. Riffs graves e acordes de quinta podem ficar mais acessíveis, porque você consegue formar algumas posições com um dedo nas três cordas graves. A escolha aparece em arranjos que pedem bordões graves e ataque mais pesado.

Outra possibilidade é baixar todas as cordas em um tom: D, G, C, F, A e D. As relações entre as cordas permanecem iguais, mas toda a tessitura desce. Isso pode acompanhar uma voz mais grave ou reduzir a tonalidade de um arranjo sem mudar os desenhos conhecidos. Cordas muito leves podem ficar frouxas. Um jogo mais espesso tende a responder melhor, mas pode exigir ajuste de tensor, ação, pestana ou entonação.

Troque de afinação quando o arranjo, a tessitura da voz ou a sensação da mão justificar. Para acompanhar um cantor de sertanejo, a afinação padrão pode resolver. Para uma introdução com bordões graves, a Drop D pode simplificar a execução. Não use Drop D apenas porque a sexta corda parece mais confortável. Confirme quais acordes usam essa corda e se o arranjo realmente pede Ré grave.

Antes de mudar, anote a afinação de cada música e faça uma lista por ordem de apresentação. Afine devagar, confira cada corda duas vezes e teste os acordes que aparecem no repertório. Você pode experimentar a sonoridade com o gerador de acordes e organizar ideias com progressões de acordes. Em um set com cinco músicas, essa preparação evita quatro ou cinco trocas apressadas entre faixas.

Se você alterna entre afinação padrão, Drop D e uma afinação um tom abaixo durante o mesmo show, considere manter uma segunda guitarra pronta. Isso reduz o número de ajustes e dá tempo para conferir a primeira guitarra após o uso. Se houver apenas um instrumento, deixe uma janela de pelo menos 60 segundos entre músicas que exigem mudanças e registre a sequência das tarraxas antes do ensaio.

Cordas, tensão e a diferença que um jogo novo faz

O calibre muda a sensação da guitarra. Um jogo leve facilita bends, vibratos e acordes prolongados. Um jogo mais pesado oferece mais resistência ao ataque e costuma segurar melhor afinações baixas. Como referência prática, jogos entre .009 e .042 costumam parecer leves para muitos guitarristas, enquanto jogos entre .010 e .046 oferecem mais resistência. Esses números não definem uma regra: escala, ponte, afinação e força das mãos também pesam.

Em uma guitarra com escala longa, a mesma espessura pode parecer mais tensa do que em uma escala curta. Uma ponte flutuante reage de forma diferente de uma ponte fixa. A Drop D aumenta a folga apenas na sexta corda, enquanto baixar todas as cordas em um tom reduz a tensão do conjunto. Escolha o calibre observando a resposta do instrumento, e não apenas a preferência de outro guitarrista.

Quando você instala um jogo novo, afine, puxe cada corda com cuidado ao longo do braço e afine de novo. Repita de duas a quatro vezes. O objetivo é retirar folgas do enrolamento e dos pontos de contato. Não use força excessiva. Depois, toque por cinco minutos e faça uma nova conferência. Cordas novas podem precisar de algumas horas para estabilizar, principalmente quando a instalação ficou com poucas voltas na tarraxa.

Compare uma corda nova com uma velha tocando a mesma nota solta e depois a mesma nota no décimo segundo traste. A corda velha pode apresentar chiado, brilho reduzido, sustain curto e oscilações que não combinam com a posição do ponteiro. Em solos de gospel, isso aparece no vibrato. Em levadas de pagode ou sertanejo, aparece no ataque irregular dos acordes. Em bases de MPB, aparece quando uma nota sustentada perde definição antes das outras.

Se você muda de calibre, a afinação pode chegar à nota indicada, mas a ação, a entonação e o equilíbrio da ponte podem mudar. Um jogo mais pesado aumenta a tensão e pode deixar a ação mais alta. Um jogo mais leve pode favorecer trastejamento e exigir menos força na mão esquerda. Depois de uma mudança grande, confira a oitava no décimo segundo traste. Se a nota pressionada ficar muito diferente do harmônico ou da nota solta, procure um luthier.

Faça hoje um registro simples. Anote calibre, marca, data de instalação, afinação usada e frequência de ensaios. Depois de quatro semanas, você terá dados do seu próprio instrumento. Se toca três vezes por semana, transpira bastante e usa bends, a troca pode acontecer antes de quem toca duas vezes por mês em casa. O desgaste real vale mais que um calendário fixo.

Quando o afinador não estabiliza: ruído, captação e corda velha

Quando o afinador não para em uma nota, reduza o problema ao sinal. Desligue distorção, compressor, chorus, delay e reverb. Se estiver usando o microfone, afaste ventilador, televisão, conversa e caixa de som. Feche outras abas ou aplicativos que possam disputar o microfone. Abafe as cinco cordas que não estão sendo testadas e toque uma corda solta por dois ou três segundos.

Na guitarra elétrica, teste o cabo, a interface, a fonte e a chave de captadores. Ruído de aterramento costuma aparecer como zumbido contínuo. Interferência pode variar quando você gira o corpo ou se aproxima de uma tela, carregador ou fonte. Mude de posição, use o captador com sinal mais claro e mantenha o som limpo. Se o afinador reage ao ruído em vez da nota, o problema está antes da leitura.

O microfone do aparelho tem limitações. Capinhas grossas, distância, sala reverberante e baixa sensibilidade podem reduzir a captação. Aproxime a guitarra sem encostar no aparelho e procure um nível moderado. Som alto demais pode distorcer. Som baixo demais pode desaparecer entre ruídos. Faça o teste em uma sala com portas fechadas e, se possível, sem ventilador ligado.

Na interface de áudio, comece com o ganho baixo. Toque a corda mais forte que você usará e aumente o nível até o sinal aparecer sem saturar. Se houver um indicador de pico, deixe margem em vez de manter o nível no limite. Não use a saída de fone como entrada. O cabo precisa estar conectado à entrada correta, e a página precisa permanecer aberta para receber o áudio.

Uma corda velha ou com desgaste irregular pode produzir vários parciais ao mesmo tempo. O afinador recebe uma nota principal fraca e demora para decidir o que mostrar. Toque a corda solta e depois a mesma corda no décimo segundo traste. Se a instabilidade continuar nos dois pontos, troque o jogo. Se apenas a nota pressionada apresentar problema, observe trastes, ação e entonação.

Se apenas uma corda falha, examine o sulco correspondente no nut e o ponto de apoio na ponte. Procure oxidação, rebarba, enrolamento mal assentado ou uma corda que desliza. Não alargue o sulco com ferramentas improvisadas. Um corte excessivo pode deixar a corda baixa demais e gerar trastejamento. Nesse caso, uma avaliação profissional evita dano permanente.

Se o seu instrumento não é elétrico, o afinador de violão pode ser mais prático para uma leitura acústica. Depois de resolver a captação, consulte as ferramentas do Cantivy e escolha o recurso adequado para a sessão. Para um estudo de ritmo, ajuste o metrônomo entre 60 e 72 BPM. Para testar uma levada de pagode, aumente em blocos de 4 BPM e observe se a pressão da mão altera a afinação.

Como manter a afinação entre um ensaio e outro

Depois de afinar, toque o repertório real por cinco a dez minutos. Faça os bends, acordes com pestana, palm mutes e ataques que você usará no ensaio. Uma guitarra pode parecer estável nas cordas soltas e escapar quando recebe pressão. Confira novamente após tocar. Esse teste revela o comportamento do instrumento em uso, não apenas a leitura parada do indicador.

Guarde a guitarra em um case ou suporte firme, longe de calor, umidade, janela e caixas de som. Evite deixar o braço apoiado contra objetos que possam forçá-lo. Não deixe o instrumento no carro, principalmente entre 10h e 16h, quando o interior pode aquecer rapidamente. Um pano seco remove suor das cordas e do acabamento. Não aplique produto de limpeza no braço sem conferir a recomendação para a madeira.

Se você toca três vezes por semana, limpe as cordas depois de cada ensaio. Passe um pano seco por baixo e por cima de cada corda, sem puxar lateralmente. Verifique oxidação, pontos ásperos e perda de brilho. Troque o jogo conforme o desgaste, não apenas quando uma corda arrebentar. Uma corda rompida durante um ensaio costuma indicar que as demais também já receberam esforço semelhante.

Antes de sair para o ensaio, afine na ordem das seis cordas e faça uma segunda passagem. Se a banda toca entre 60 e 72 BPM, o andamento não muda diretamente a frequência das cordas, mas uma base lenta expõe mais o tempo de sustentação e qualquer oscilação. Use o metrônomo online para testar a mão sem aumentar a força do ataque.

Organize o repertório por afinação. Separe as músicas em padrão, Drop D e outras configurações. Em um set com sertanejo, gospel, forró e samba, anote a afinação no início de cada música. Deixe pelo menos 60 segundos para conferir o instrumento antes da contagem. Se uma música exige duas afinações diferentes, marque a troca no roteiro e deixe a guitarra reserva ou as ferramentas necessárias ao alcance.

Se a guitarra perde afinação sempre na mesma corda, não compense girando a tarraxa a cada cinco minutos. Observe se a corda volta para o mesmo ponto, se a tarraxa tem folga, se o enrolamento escorrega ou se o nut prende. Uma regulagem simples pode resolver o que parece um problema do afinador. O indicador mostra o comportamento do sinal; a causa precisa ser investigada no instrumento.

Faça uma verificação semanal com três etapas. Primeiro, afine as cordas soltas. Depois, compare cada corda no décimo segundo traste. Por fim, toque dois acordes e um bend. Registre qual corda se moveu e em que situação. Depois de três semanas, esse registro ajuda a decidir entre trocar o jogo, revisar a instalação ou marcar uma regulagem.

Resumo prático para afinar guitarra hoje

  • Abra o afinador no navegador e mantenha a página aberta durante o uso.
  • Use EADGBE como referência: Mi, Lá, Ré, Sol, Si e Mi, da sexta para a primeira corda.
  • Toque uma corda por vez, com as outras cinco abafadas e sem efeitos no sinal.
  • Se usar o microfone, mantenha o aparelho entre 20 e 50 centímetros da guitarra em uma sala silenciosa.
  • Se usar interface, ajuste o ganho para um sinal audível sem saturação.
  • Faça duas passagens pelas seis cordas, depois toque acordes, bends e o repertório do ensaio.
  • Troque cordas com perda de brilho, sustain curto, oxidação, chiado ou instabilidade recorrente.
  • Ao mudar o calibre, confira ação, entonação, ponte e trastejamento.
  • Use Drop D apenas quando o arranjo pedir Ré na sexta corda.
  • Separe músicas por afinação antes de um set com sertanejo, forró, gospel, MPB ou samba.
  • Se o ponteiro oscila sempre na mesma corda, investigue cabo, captador, nut, ponte, tarraxa e regulagem.

Perguntas frequentes

O afinador de guitarra online funciona com guitarra elétrica?

Sim. Ligue a guitarra a uma interface de áudio ou use o microfone do aparelho. O captador magnético costuma fornecer um sinal mais separado do ambiente, principalmente com o som limpo. Desligue distorção e efeitos, toque uma corda por vez e mantenha a página aberta no navegador. A leitura depende da qualidade do microfone ou da interface, do cabo, do volume e do ruído da sala.

A afinação da guitarra é igual à do violão?

Na configuração padrão, sim. As seis cordas seguem EADGBE, da mais grave para a mais aguda: Mi, Lá, Ré, Sol, Si e Mi. Por isso, muitas formas de acordes e escalas podem ser transferidas entre os instrumentos. A construção, a resposta das cordas e a captação mudam. Na guitarra elétrica, o captador magnético entrega um sinal diferente do microfone usado no violão.

Por que a guitarra desafina depois que eu afino?

Cordas novas continuam assentando, e cordas antigas podem perder elasticidade. Bends, alavanca, pressão excessiva nas pestanas, mudanças de temperatura e pontos de contato que prendem a corda também alteram a tensão. Afine duas vezes, estique as cordas com cuidado e toque o repertório por cinco minutos. Se a mesma corda sempre escapar, verifique tarraxa, nut, ponte e instalação antes de trocar apenas a regulagem no afinador.

Como afinar guitarra pelo microfone do celular?

Abra a ferramenta no navegador, permita o acesso ao microfone e coloque a guitarra a aproximadamente 20 a 50 centímetros do aparelho. Escolha um local silencioso, desligue televisão e efeitos, abafe as outras cordas e toque uma por vez. Faça ajustes pequenos na tarraxa. Depois da primeira passagem pelas seis cordas, repita a sequência para compensar a tensão redistribuída. O celular precisa continuar com a página aberta para receber o áudio.

O que fazer quando o afinador não reconhece uma corda?

Aproxime o instrumento do microfone, toque com volume moderado e abafe as outras cordas. Na guitarra elétrica, teste o cabo, a interface, o captador e o som limpo. Ruído de fonte ou aterramento pode confundir a leitura. Se apenas uma corda falha e ela também oscila acusticamente, verifique desgaste, assentamento na ponte, enrolamento e contato no nut. Não lixe o nut sem ferramenta e medida adequadas.

Quando devo trocar as cordas da guitarra?

Troque quando houver perda clara de brilho, sustain curto, sujeira, oxidação, chiado diferente, desgaste no ponto de contato ou dificuldade para manter a nota. A frequência depende do suor, do tempo de uso e da quantidade de ensaios. Quem toca três vezes por semana pode precisar trocar antes de quem toca duas vezes por mês. Uma corda velha pode atingir a referência e ainda oscilar durante a vibração. Em gravações e apresentações, instale o jogo com antecedência e deixe as cordas assentarem.

Qual é a melhor afinação para começar a tocar guitarra?

A afinação padrão EADGBE é a melhor base para começar porque aparece em grande parte das aulas, métodos e repertórios. Ela também facilita a transição para o violão e mantém referências claras entre as seis cordas. Comece por ela e use Drop D ou outra configuração quando a música pedir. Assim, você aprende a relação entre as cordas sem misturar desenhos e notas de referência.

Posso usar Drop D em qualquer música?

Você pode experimentar, mas a música precisa combinar com a nova relação entre as cordas. Na Drop D, a sexta corda desce um tom, de Mi para Ré, e os acordes que usam essa corda mudam de forma. Riffs e acordes de quinta podem ficar mais simples, enquanto acordes abertos tradicionais exigem atenção. Confira a indicação do arranjo, teste a sexta corda solta e revise os desenhos antes de trocar a afinação.

O calibre das cordas muda a afinação da guitarra?

Muda a tensão e a resposta do instrumento. Cordas mais pesadas tendem a ficar firmes em afinações baixas, enquanto cordas leves facilitam bends e vibratos. Um jogo .009–.042 costuma parecer mais leve que um .010–.046, mas escala, ponte, afinação e força da mão também alteram a sensação. Ao trocar o calibre, a ação, a entonação e o equilíbrio da ponte podem mudar. Afine, deixe o jogo assentar e confira a guitarra. Uma alteração grande pode exigir ajuste feito por um luthier.

Como manter a guitarra afinada entre ensaios?

Guarde o instrumento no case ou em um suporte estável, longe de calor, umidade e sol direto. Limpe o suor das cordas, evite deixar a guitarra no carro e afine depois de tocar o repertório completo. Organize as músicas por afinação e faça uma segunda conferência antes do ensaio. Se uma corda sempre escapa, investigue a instalação, a tarraxa, o nut e a ponte em vez de apenas corrigir a nota a cada poucos minutos.