Editor-chefe & Fundador

Lucas Mendes

Produtor musical com 12 anos de experiência e fundador do Cantivy.
Belo Horizonte → São Paulo → Internet.

Berklee College of Music 12 anos de experiência São Paulo, Brasil

"A música não deveria ter barreira de entrada. Se você consegue imaginar uma melodia, deveria poder criá-la."

Lucas Mendes começou a tocar violão aos 8 anos em Belo Horizonte, ensinado pelo avô que tinha um instrumental de MPB e um prazer genuíno em transmitir. Não havia método, apenas músicas — e a sensação de que qualquer pessoa poderia criar algo do zero se tivesse acesso às ferramentas certas.

Aos 22 anos, depois de produzir demos para bandas locais e fazer remixagens no quarto, ele se inscreveu no programa online da Berklee College of Music em Produção Musical. Foram dois anos aprendendo mixagem, arranjo orquestral e sound design com instrutores que trabalharam com artistas internacionais — tudo aplicado à realidade de um produtor independente no Brasil.

A carreira profissional começou em São Paulo, como produtor freelancer para marcas. Nos seis anos seguintes, Lucas assinou trilhas para campanhas da Natura, Havaianas e dezenas de marcas regionais. O trabalho era constante, mas a frustração também: cada cliente novo precisava de algo diferente, e as ferramentas de referência eram quase todas em inglês, com preços em dólar e documentação inacessível para quem estava começando.

O Cantivy nasceu dessa tensão. Em 2024, Lucas decidiu parar de reclamar e construir o que faltava: uma plataforma de ferramentas musicais pensada para o criador brasileiro — em português, com contexto local, e sem paywall punitivo para quem ainda está aprendendo. Hoje ele escreve e revisa cada artigo publicado no blog, garantindo que o conteúdo tenha a profundidade que ele mesmo teria querido encontrar quando começou.

O que Lucas domina

Produção Musical

12 anos produzindo trilhas comerciais e músicas independentes. Domínio de DAWs (Ableton, Logic), mixagem e masterização para plataformas de streaming brasileiras.

Ableton Live Mixagem Masterização Composição

Teoria Musical

Formação pela Berklee e 12 anos de prática. Especialidade em harmonia funcional, contraponto e como aplicar teoria musical aos gêneros brasileiros.

Harmonia Escalas Contraponto Arranjo

Instrumentos Acústicos

Violão desde os 8 anos, guitarra e baixo como secundários. Experiência gravando instrumentos acústicos em home studio e produzindo para violonistas e cantores.

Violão Guitarra Gravação Acústica Home Studio

Tecnologia e IA

Acompanha de perto o avanço da IA aplicada à música desde 2020. Testa e avalia ferramentas com olhar crítico de produtor — não apenas de entusiasta de tecnologia.

IA Musical Ferramentas Digitais Avaliação Crítica Tendências

Conteúdo feito por quem entende de música

Revisado por músicos

Todo artigo publicado no Cantivy passa pela revisão de Lucas Mendes ou de um especialista com experiência prática no tema. Não publicamos conteúdo que não passaria no teste de um músico de verdade.

Verificado com fontes primárias

Afirmações técnicas são verificadas em livros de referência, documentação oficial de ferramentas e, quando necessário, por meio de testes práticos em estúdio. Não repetimos mitos musicais.

Atualizado regularmente

Música e tecnologia evoluem rápido. Artigos com mais de 12 meses são revisados para garantir que as informações ainda estão corretas — especialmente conteúdo sobre ferramentas de IA.

Contexto brasileiro primeiro

Não traduzimos artigos genéricos. O conteúdo é escrito com o criador brasileiro em mente: exemplos com artistas locais, gêneros nacionais e realidade de quem produz em casa.

Você também pode escrever para o Cantivy

Se você é músico, produtor ou professor de música com perspectiva única sobre criação musical brasileira, adoraríamos ouvir sua proposta de artigo. Priorizamos conteúdo técnico com exemplos práticos e contexto local.

Enviar proposta de artigo →

Eu sou Lucas Mendes, produtor musical brasileiro, músico e editor-chefe do Cantivy. Trabalho há 12 anos com produção, arranjo, gravação, edição e preparação de materiais didáticos. Também tenho formação online pela Berklee, com estudos voltados a fundamentos de produção, áudio, composição e arranjo. Nesta página, você entende quem escreve no Cantivy, como os textos são preparados, quais testes antecedem uma publicação e o que eu consigo afirmar com segurança.

O Cantivy foi feito para quem está com um instrumento na mão e precisa aplicar uma ideia agora. Você pode estar praticando um ritmo de sertanejo, acompanhando um canto de música gospel, estudando uma levada de baião ou tentando entender por que um acorde não encaixa no pagode. Minha função é transformar dúvidas assim em passos curtos, contagens audíveis e decisões que você consegue testar em 10 ou 15 minutos.

Se você chegou por uma aula específica, use esta página como referência editorial. Ela explica como leio, testo, escrevo e reviso os conteúdos. Para conhecer a proposta completa, veja o sobre o Cantivy. Depois, escolha uma prática nas aulas gratuitas, defina um andamento entre 60 e 72 BPM e mantenha o instrumento na mão enquanto lê.

Formação e o que isso significa na prática

Minha formação online pela Berklee me deu contato com fundamentos de produção, gravação, arranjo, áudio e composição. O curso, sozinho, não resolve uma dúvida no instrumento. O estudo precisa virar uma explicação que você consiga conferir: tocar uma sequência de quatro compassos, ouvir uma mudança de baixo, comparar duas levadas ou identificar o tempo em que a mão perde o pulso.

Também carrego 12 anos de prática em produção musical. Nesse período, aprendi que um problema raramente aparece isolado. Um acorde pode parecer errado porque a mão mudou de posição no terceiro tempo, porque a troca interrompeu o pulso ou porque a tonalidade não combina com a voz. Por isso, nas aulas do Cantivy, separo técnica, teoria e aplicação. Você não precisa decorar todos os nomes antes de tocar. Primeiro, faça o movimento. Depois, dê nome ao que aconteceu.

Quando explico uma progressão como I–V–vi–IV, mostro a função dos graus e proponho um teste em uma tonalidade confortável. Em Dó maior, por exemplo, a sequência corresponde a C–G–Am–F. Você pode tocar cada acorde por quatro tempos a 60 BPM, repetir oito vezes e depois subir para 72 BPM. Esse exemplo serve para estudar a relação entre os graus, sem reproduzir uma cifra integral de uma obra protegida.

Quando falo de afinação, também descrevo o limite da ferramenta. A nota Mi grave da guitarra ou do violão fica próxima de 82,41 Hz, mas um afinador no navegador depende do microfone do aparelho, do ruído da sala, da distância entre a fonte e o telefone e da qualidade do sinal captado. Uma leitura de 82,41 Hz pode orientar a prática, mas não representa uma medição de laboratório. Se o ambiente tiver televisão ligada, ventilador forte ou várias cordas vibrando ao mesmo tempo, repita a leitura em condições mais limpas.

Essa combinação entre estudo e teste define meu trabalho. Eu não trato um conceito como pronto só porque ele tem um nome conhecido. Pergunto como você aplica, qual erro pode aparecer e qual sinal mostra que a execução saiu do caminho.

Como um artigo do Cantivy é feito, do briefing à revisão

O trabalho começa com um briefing. Eu defino a pergunta principal, o nível de quem vai ler, o instrumento envolvido e o resultado esperado. “Aprender um ritmo” é amplo demais. “Tocar uma levada de baião de 60 a 72 BPM por quatro compassos, mantendo o polegar no pulso e sem interromper a contagem” já cria um alvo que você consegue testar.

Depois, organizo a aula em uma sequência de ação. Primeiro vem a preparação do instrumento. Em seguida, apresento o padrão em velocidade reduzida. Depois, mostro um erro comum e proponho uma correção mensurável. Se o exercício está em 4/4 a 70 BPM, você pode contar “1, 2, 3, 4” por oito compassos, gravar 30 segundos e verificar se o tempo acelera nas trocas.

Se a ideia envolve harmonia, uso graus, intervalos e pequenos exemplos. Uma progressão I–V–vi–IV pode ser transportada para G maior como G–D–Em–C, sem transformar o texto em uma cifra completa de música protegida. Se o tema envolve ritmo brasileiro, descrevo a divisão, a acentuação e o ponto de entrada. Uma prática de xote pode começar com dois acordes alternados por quatro tempos; uma divisão de pagode pode ser isolada antes da execução completa; um acompanhamento de MPB pode ser estudado com a mão direita em cordas abafadas.

Na redação, corto instruções que não ajudam no próximo movimento da sua mão. Também procuro exemplos brasileiros reais, como uma levada de forró, uma divisão de pagode, um acompanhamento de MPB, uma cadência comum no gospel ou uma troca de acordes usada no sertanejo. O objetivo não é empilhar referências. É mostrar onde a habilidade aparece e como você pode isolá-la em um exercício de 5 minutos.

Os artigos publicados passam por revisão de clareza, sequência e coerência antes de entrar no site. Eu verifico se o texto mantém o mesmo nome para a nota, o acorde, o andamento e o padrão rítmico. Quando uma aula exige uma ferramenta, explico o que ela faz, o que ela não faz e em que condição deve ser usada.

O que é verificado antes de publicar

Antes de publicar, confiro nomes de acordes, intervalos, notas, graus, fórmulas de compasso e exemplos de tonalidade. Também testo a contagem quando existe uma indicação de andamento. Se o exercício pede 4/4 a 70 BPM, a instrução precisa corresponder ao que você ouve: quatro pulsos por compasso, aproximadamente 0,86 segundo entre cada pulso, durante o trecho indicado.

Uma sequência escrita como I–V–vi–IV deve manter a mesma lógica em qualquer tonalidade, desde que os graus sejam respeitados. Em C maior, ela pode ser C–G–Am–F. Em G maior, G–D–Em–C. Essa conferência evita que uma explicação de teoria pareça correta no papel e produza uma sequência diferente quando você leva o exercício para o violão, teclado ou aplicativo de acompanhamento.

Eu verifico ainda se a explicação combina com o instrumento. Uma orientação para violão de seis cordas não deve pressupor a digitação de um teclado. Uma aula para teclado precisa indicar registro, posição ou intervalo quando isso altera o resultado. Uma aula de voz precisa considerar respiração, tessitura, volume e conforto. Um exercício pensado para uma voz média não deve ser apresentado como regra para todas as vozes.

No caso de uma ferramenta, testo o fluxo disponível no navegador. O afinador precisa da página aberta e depende do microfone do aparelho. Ruído, distância, permissão de acesso e qualidade do sinal alteram a leitura. Para um teste mais consistente, deixe uma única fonte sonora ativa, aproxime o aparelho sem encostar no instrumento, toque uma nota por vez e aguarde de 2 a 4 segundos antes de interpretar o resultado.

Também faço uma revisão editorial. Procuro frases que podem gerar duas interpretações, termos sem definição e instruções sem critério de parada. A pergunta é simples: você consegue saber o que fazer, por quanto tempo e como perceber melhora? Se a resposta for não, o texto volta para edição. As ferramentas do site entram como apoio, não como substitutas do ouvido, do metrônomo ou da orientação de um profissional.

Você pode aplicar esse mesmo controle hoje. Antes de tocar, anote quatro dados: instrumento, tonalidade, andamento e duração do exercício. Depois de tocar, registre um único problema observável, como “a troca para F atrasa no quarto tempo” ou “o pulso sobe de 68 para aproximadamente 76 BPM”. Esse registro torna a próxima tentativa mais objetiva.

Onde termina a minha experiência

Minha experiência cobre produção musical, prática de instrumentos, arranjo, edição, gravação e ensino por texto. Ela não cobre todas as escolas, todos os instrumentos ou todas as situações de palco. Uma sugestão que funciona em um violão de aço pode precisar de adaptação em um nylon. Um exercício pensado para uma voz média pode não servir para uma pessoa com outra tessitura. Uma regulagem que funciona em um instrumento pode piorar a resposta de outro.

Também não faço diagnóstico médico, fonoaudiológico ou técnico de equipamentos que não foram descritos com precisão. Dor ao tocar, rouquidão persistente, perda de audição e desconforto físico pedem avaliação de um profissional habilitado. Se a dor aparece após 10 minutos de prática e não desaparece ao interromper o exercício, pare. Se a rouquidão durar mais de 14 dias, procure avaliação médica ou fonoaudiológica. Uma aula online não substitui uma avaliação presencial.

Se o problema envolve eletricidade, manutenção interna ou risco ao equipamento, interrompa o teste. Não abra uma fonte, amplificador ou instrumento elétrico sem conhecimento técnico. Desconecte o aparelho da tomada e procure assistência qualificada quando houver cheiro de queimado, aquecimento incomum, faísca ou cabo danificado.

Há limites na própria informação disponível. Posso analisar uma progressão harmônica ou explicar uma divisão rítmica, mas não prometo que uma única forma será a melhor para toda gravação. O resultado depende do instrumento, da sala, do microfone, da técnica e do objetivo musical. Um arranjo para voz e violão pede decisões diferentes de uma base para banda de forró, de um playback gospel ou de uma gravação sertaneja com bateria programada.

Quando não tenho segurança suficiente, sinalizo a incerteza, procuro uma fonte adequada ou deixo claro que a recomendação é um ponto de partida. Você pode testar esse limite dividindo a dúvida em duas partes: o que é verificável, como a frequência aproximada de uma nota, e o que depende de escolha, como a melhor inversão para uma gravação específica.

Correções publicadas

Erros podem acontecer em uma página que envolve notas, números, nomes de equipamentos, versões de navegador e exemplos de execução. Quando identifico um problema, corrijo o trecho afetado e reviso as partes relacionadas. Uma nota fora da tonalidade pode mudar toda a demonstração. Uma unidade errada pode fazer você ajustar o equipamento de forma inadequada. Uma contagem incompleta pode deslocar a entrada do acorde. Por isso, não trato correção como detalhe visual.

As correções podem partir da minha própria revisão, de uma checagem posterior ou de uma mensagem de leitor. Para avaliar uma sugestão, comparo a afirmação com a prática, consulto material confiável quando necessário e verifico se a mudança vale para o caso geral ou apenas para um exemplo. Não altero uma aula só porque uma preferência pessoal é diferente. Primeiro separo fato, método e gosto.

Se uma página informa uma frequência, um andamento ou uma fórmula, confiro o número e a unidade. Se informa uma sequência harmônica, confiro os graus na tonalidade apresentada. Se descreve uma ferramenta, repito o fluxo com a página aberta e verifico as permissões necessárias. Esse procedimento reduz o risco de corrigir uma frase e deixar o mesmo problema em um título, uma lista ou uma resposta frequente.

Quando uma alteração muda o sentido da instrução, atualizo o conteúdo e registro a correção de forma clara na página, quando isso for necessário para o entendimento. Você pode conferir o conjunto de textos e atualizações nos artigos publicados. Se encontrou uma nota, medida, link ou explicação que parece incorreta, envie o contexto pelo contato. Uma mensagem com instrumento, afinação, tonalidade, andamento e trecho exato acelera a apuração.

Para enviar uma correção hoje, copie a frase problemática, indique o resultado esperado e descreva o que aconteceu na prática. “O acorde está errado” não basta. “Na tonalidade de G maior, a sequência listada como I–V–vi–IV aparece como G–C–Em–D, mas o quinto grau esperado é D” fornece um ponto verificável.

Como me procurar

Você pode me procurar para apontar um erro, sugerir um tema ou explicar onde uma aula travou. Diga qual é o instrumento, qual exercício você tentou, em que andamento praticou e qual resultado apareceu. “Não funcionou” ajuda pouco. “No violão de seis cordas, afinado em E padrão, em 68 BPM, o acorde muda antes do terceiro tempo e a mão direita para por meio segundo” já permite investigar a instrução.

Também informe a tonalidade quando houver acordes ou voz. Em uma dúvida sobre um acompanhamento gospel, diga se você está em C, G ou outra tonalidade. Em uma levada de sertanejo, explique se está usando palheta ou dedos. Em uma prática de pagode, descreva se o problema aparece na batida abafada, no polegar ou na antecipação. Esses detalhes ajudam a separar dificuldade de coordenação, escolha de arranjo e possível erro no texto.

Também aceito sugestões ligadas a repertórios brasileiros e necessidades concretas. Você pode pedir uma explicação sobre levadas de sertanejo, baião, xote, pagode, MPB ou acompanhamento de música gospel. Não envio letras completas nem cifras integrais de obras protegidas. Posso trabalhar com análise, graus harmônicos, ritmo, tonalidade, estrutura e exercícios originais.

O canal correto é a página de contato. Para dúvidas gerais sobre a publicação, consulte o sobre o Cantivy. Se você quer praticar sem esperar uma resposta, abra uma das aulas gratuitas, escolha um andamento entre 60 e 72 BPM e grave 30 segundos da tentativa. O registro revela problemas que passam despercebidos enquanto você toca, como aceleração nas trocas, ruído entre acordes ou perda da contagem depois do segundo compasso.

Antes de enviar a mensagem, faça três tentativas iguais. Use o mesmo andamento, a mesma tonalidade e o mesmo trecho. Anote se o problema aparece nas três. Esse pequeno controle evita que uma falha ocasional seja confundida com uma dificuldade constante.

Resumo

Meu trabalho no Cantivy combina prática de estúdio, formação online pela Berklee e 12 anos de experiência em produção musical. Cada aula precisa levar você a uma ação verificável, sem esconder limites técnicos ou transformar preferência em regra.

Use este resumo antes de começar uma prática. Ele ajuda a escolher uma aula, conferir uma ferramenta e enviar uma dúvida com informações que realmente fazem diferença. Você não precisa estudar durante uma hora para obter um dado útil. Cinco minutos com uma contagem estável e uma gravação curta já mostram onde a execução muda.

Se você estiver com o instrumento na mão agora, comece pequeno. O objetivo não é terminar uma página sabendo tudo. É sair dela tocando uma coisa específica com mais controle. Escolha quatro compassos, pratique a 60 BPM por três repetições e só aumente para 66 ou 72 BPM se conseguir manter o pulso sem parar.

  • Defina um alvo concreto, como tocar quatro compassos a 70 BPM, repetir oito vezes e manter a contagem em 4/4.
  • Confira instrumento, afinação, tonalidade, andamento e contagem antes de praticar.
  • Divida um ritmo de forró, pagode, sertanejo ou MPB em uma camada simples antes de adicionar abafamentos, antecipações e variações.
  • Use o afinador com a página aberta e considere a influência do microfone, da distância e do ruído.
  • Toque uma nota por vez quando usar a ferramenta de afinação e aguarde de 2 a 4 segundos antes de interpretar a leitura.
  • Prefira análise, graus harmônicos e progressões a reproduções integrais de letras ou cifras protegidas.
  • Grave 30 segundos da prática para conferir aceleração, pausas e ruídos que você não percebeu durante a execução.
  • Anote o ponto exato da dúvida antes de enviar uma mensagem pela página de contato.

Perguntas frequentes

Quem escreve no Cantivy?

Lucas Mendes escreve e edita os conteúdos do Cantivy. Sou produtor musical brasileiro, trabalho há 12 anos com produção, arranjo, gravação e edição, e tenho formação online pela Berklee. Os textos são preparados para quem precisa aplicar uma ideia no instrumento, com exemplos de ritmo, harmonia, afinação e prática. Quando um assunto ultrapassa minha experiência, eu deixo esse limite explícito e apresento a orientação como ponto de partida.

O que faz o editor-chefe do Cantivy?

Como editor-chefe do Cantivy, eu defino pautas, organizo briefings, reviso explicações e confiro se cada aula entrega uma ação clara. Também verifico números, termos musicais, sequência de exercícios e funcionamento descrito das ferramentas. O cargo não significa que toda resposta sirva para qualquer pessoa. Instrumento, nível, objetivo e contexto podem exigir adaptações. Uma prática de 10 minutos para violão pode precisar de outra organização no teclado, na voz ou em uma produção de estúdio.

A formação online pela Berklee substitui uma aula particular?

Não. A formação online amplia minha base de estudo, mas não observa sua postura, sua mão ou sua respiração em tempo real. Uma aula particular permite corrigir detalhes específicos e adaptar o exercício ao seu corpo e ao seu instrumento. No Cantivy, eu ofereço orientações gerais, exemplos práticos e critérios de escuta para você testar com segurança. Se houver dor, rouquidão persistente, perda de audição ou outra alteração física, procure um profissional habilitado.

Como o Cantivy verifica uma informação musical?

Eu confiro notas, intervalos, graus, contagens, fórmulas e exemplos antes da publicação. Quando a informação depende de equipamento ou navegador, testo o fluxo descrito e explico suas condições. Também reviso se a instrução faz sentido para o instrumento indicado. Se houver variação entre métodos ou limitações relevantes, apresento isso em vez de transformar uma escolha em regra universal. Em um exercício a 70 BPM, por exemplo, verifico se a contagem, o número de compassos e a duração descrita correspondem ao que você deve ouvir.

Posso sugerir uma correção em um artigo?

Sim. Envie a página, copie o trecho problemático e explique o que você encontrou. Inclua instrumento, afinação, tonalidade, andamento ou equipamento quando esses dados forem relevantes. Eu avalio a sugestão, comparo com a prática e consulto material adequado se necessário. Uma diferença de gosto não é automaticamente um erro, então procuro separar preferência, método e informação verificável. Uma mensagem com o trecho exato e o resultado esperado costuma ser mais útil do que uma descrição genérica.

O afinador do Cantivy funciona sem internet?

Não trate a ferramenta como offline. Ela roda no navegador com a página aberta e precisa das permissões e condições necessárias para captar o som. A leitura depende do microfone do aparelho, da distância, do ruído e da qualidade do sinal. Use o resultado como referência prática, não como medição de laboratório, e confirme a afinação pelo ouvido quando possível. Para reduzir interferências, toque uma nota por vez, mantenha outras fontes sonoras desligadas e aguarde de 2 a 4 segundos pela leitura.

Que tipos de temas posso encontrar nas aulas?

Você encontra aulas sobre ritmo, acordes, intervalos, tonalidade, afinação, prática, produção e leitura de exemplos. Há espaço para repertórios brasileiros, como sertanejo, forró, pagode, MPB e música gospel. As explicações não reproduzem letras nem cifras completas de obras protegidas. Em vez disso, usam progressões, graus harmônicos, análises e exercícios originais para orientar a prática. Você pode encontrar uma sequência I–V–vi–IV, uma divisão de baião em 4/4 ou um exercício de troca de acordes a 60, 66 e 72 BPM.

O Cantivy publica cifras completas ou letras de músicas?

Não reproduzo letras completas nem cifras integrais de obras protegidas. Posso explicar uma progressão como I–V–vi–IV, analisar a tonalidade, descrever uma levada ou criar um exercício original inspirado em uma característica musical. Assim, você entende o funcionamento da música e pratica uma habilidade sem depender da cópia integral do material protegido. Também posso indicar como estudar quatro compassos, identificar a função dos graus e transportar a progressão para outra tonalidade.

Como enviar uma dúvida para Lucas Mendes?

Use a página de contato e descreva o problema com o máximo de precisão possível. Informe o instrumento, a afinação, a tonalidade, o andamento, o trecho da aula e o ponto em que você travou. Se houver uma ferramenta envolvida, diga qual aparelho, navegador e condição de uso. Esses dados ajudam a distinguir erro editorial, dificuldade técnica e adaptação necessária. Um exemplo útil seria: “No violão em afinação padrão, na tonalidade de G, pratico a 68 BPM e atraso a troca para C no terceiro tempo do segundo compasso.”